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SAÚDE

Mais 3.000 médicos cubanos desembarcam no Brasil nesta segunda-feira (4)

4 Nov 2013 - 10h42Por UOL

Mais 3.000 médicos cubanos chegam ao Brasil a partir desta segunda-feira (4), para ocupar vagas remanescentes da segunda etapa do programa Mais Médicos. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde no último sábado (2). A maior parte desses profissionais, 2.600 médicos, desembarcará no país até o dia 10 de novembro nas capitais onde vão cursar o módulo de avaliação do programa. A chegada dos 400 restantes está prevista para a semana seguinte.

Segundo o Ministério da Saúde, os profissionais vão preencher as vagas que não foram ocupadas por candidatos brasileiros e demais estrangeiros. Os 3.000 médicos cubanos devem começar a atuar nos municípios em dezembro. No total, o programa deverá beneficiar mais 10,3 milhões de pessoas que habitam regiões carentes como o interior e periferias de grandes cidades brasileiras.

No Twitter, no último sábado (2), o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o "programa é o primeiro grande passo para a transformação na saúde do país". Ele também declarou no microblog que enquanto houver brasileiros sem médico, o Ministério continuará trazendo profissionais para atuar no programa federal.

Até março de 2014, a meta do governo federal é atender a demanda por 12.996 médicos. Estão previstas ainda novas seleções neste ano. O programa Mais Médicos envolve atualmente 3.664 profissionais. Do total, 819 são brasileiros e 2.845, estrangeiros. Esses profissionais atendem 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, sendo a maioria deles no Norte e Nordeste do Brasil. A inclusão de mais 3.000 médicos cubanos permitirá ao programa encerrar 2013 com mais de 6.600 profissionais.

Lançado em julho, o Mais Médicos integra um projeto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, que visa acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país. Os profissionais participantes recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Já os municípios são responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados.

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