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Governo divulga nesta quinta tabelas com riscos e recomendações aos 79 municípios

Criado em junho, programa Prosseguir servirá de referência para tomada de decisões pelos municípios, a exemplo de lockdown

16 Jul 2020 - 07h39Por Midiamax

Reunião com integrantes do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia) na tarde desta quarta-feira (15) deve proporcionar os últimos ajustes para a divulgação das tabelas com a classificação de risco de cada um dos 79 municípios de MS. A expectativa é que as informações sejam divulgadas já nesta quinta-feira (16).

A informação foi sustentada nesta manhã pelo titular da Segov (Secretaria de Governo de MS), Eduardo Riedel, durante a transmissão ao vivo do boletim epidemiológico do coronavírus em MS.

De acordo com Riedel, a publicação das bandeiras e classificações de cada município servir de referência para que as prefeituras adotem medidas de restritivas ou de flexibilização durante a pandemia, conforme o protocolo desenvolvido com consultoria da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), durante o mês de junho.

“Muitas destas medidas já estão em andamento, para que a gente tenha instrumento de ação para fazer frente a essa pandemia”, pontuou o secretário.

Detalhado pela primeira vez no último dia 30 de junho, o Prosseguir cria bandeiras de referências (tabelas) que classificam os riscos de atividades comerciais – com base em indicadores da saúde – no contexto da pandemia. Na prática, tais tabelas servirão de referência para definir a flexibilização ou ‘arrocho’ nas medidas de isolamento social contra covid-19.

De forma resumida, o Prosseguir propõe duas tabelas, uma de saúde e outra econômica: a tabela de saúde recorre aos indicadores que vem da vigilância, serviços de saúde e risco para coronavírus e cria uma referência geral de risco em saúde: baixo, tolerável, médio, alto e extremo.

Já no aspecto econômico, os estabelecimentos também são divididos em categorias, considerando baixo, médio e alto riscos. Esta tabela foi desenvolvida com base em indicadores como o contato entre as pessoas, a possibilidade de ocasionar aglomeração e a rede de relacionamento entre as atividades.

A tabela também considera se o estabelecimento é considerado essencial ou se é um serviço não autorizado.

É a partir daí que as referências em saúde e econômicas passam a se relacionar. Por exemplo: quando o risco em saúde de determinado município estiver amarelo, recomenda-se flexibilizar o funcionamento apenas para estabelecimentos essenciais, de baixo risco, de médio risco e de baixo risco – não autorizados permanecem fechados.

Já quando risco para coronavírus é considerado alto (vermelho), somente essenciais e de baixo risco podem funcionar e todos os demais permanecem fechados. Vale lembrar que no risco preto (extremo), apenas os essenciais podem permanecer de portas abertas. Foi o que ocorreu em Rochedo, município que adotou lockdown na segunda-feira já a partir das recomendações do Prosseguir.

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