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Frio contribui para queda no contágio, mas preocupa por doenças respiratórias

Taxas de contágio para 1,04; taxa de letalidade segue em registro de 2,4%

21 Jun 2021 - 15h23Por Correio do Estado

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, diz que o frio contribui para redução no número de casos e internações por Covid-19 em Mato Grosso do Sul, especialmente por reduzir a circulação de pessoas.

O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (21) por meio de live.

Apesar dessa redução, o Instrumento de preocupação com o aumento de casos de outras doenças respiratórias que são comuns no período do inverno e o poder de ser confundidas com sintomas de Covid-19.

"É uma época onde há muitas outras doenças respiratórias, já que são doenças sazonais. Agora precisamos distinguir entre as síndromes de doenças respiratórias, geralmente presentes nesses meses, da síndrome da covid-19", disse.

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Ainda conforme Resende, como imposições mais rigorosas do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir) impostas à 43 cidades do Estado também surtiram efeito para redução do contágio da doença. 

Vale ressaltar que alguns municípios não acataram às recomendações da bandeira cinza do mapa Prosseguir Campo Grande é um deles .

A taxa de contágio estava em 1,13 há uma semana. Hoje (21) está em 1.04, o que representa queda de 9 décimos.

Mato Grosso do Sul confirma 324.299 testes positivos e 7.826 mortes desde o início da pandemia, sendo 606 casos e 21 óbitos nas últimas 24 horas, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

A taxa de letalidade é de 2,4. A média móvel de mortes está em 44,3 ea de casos em 1.407,7. Em isolamento domiciliar conhecido-se 14.110 doentes. Recuperados somam 301.287.

Em um dia, Campo Grande registra 306 novos casos; Maracaju 34; Corumbá 30; Água Clara 23; Bataguassu 22; Dourados 22; Ponta Porã 19; Costa Rica 18; Miranda 14; Aquidauana 12; Naviraí 10; entre outros municípios.

As cidades que baixas nas últimas 24 horas são Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Amambaí, Aquidauana, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Itaporã, Jardim, Miranda, Ponta Porã e Sidrolândia.

São 1.076 pessoas hospitalizadas, sendo 529 em leitos clínicos (378 público; 151 privado) e 547 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (433 público; 114 privado).

A ocupação global de leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) na macrorregião de Campo Grande está em 103%, Dourados em 94%, Três Lagoas 95% e Corumbá 82%.

Em fila de espera, 113 enfermos aguardam por um leito hoje em Mato Grosso do Sul.

Na Central de Regulação da Capital, 104 doente adoecido por uma vaga, sendo 96 apenas de Campo Grande.

Já na Central de Regulação de Dourados, 2 pessoas aguardam por um leito em hospital. Na Central de Regulação do Estado (CORE) gerador de 7 pacientes.

Vacinômetro

vacinômetro , disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado em tempo real a situação do processo de imunização em cada município do Estado.

Mato Grosso do Sul é o estado que mais vacina no país, de acordo com  dados  das secretarias de Estado de saúde das 27 unidades federativas.

Segundo números da plataforma,  1.467.169  doses aplicadas no Estado desde 18 de janeiro de 2021, início da campanha de imunização.

Com isso,  38,12%  da população sul-mato-grossense está vacinada e 14,11% imunizada.

Em Campo Grande, já foram aplicadas 355.978 doses da primeira aplicação e 139.621 da segunda. 

Com isso, 39,29% da população campo-grandense está vacinada e 15,41% imunizada. 

Os dados são do  vacinômetro  disponibilizado pela Secretaria Municipal de Saúde. Confira  aqui  o calendário atualizado de imunização na Capital. 

 

Sintomas do coronavírus

Os sintomas da Covid-19 podem variar de acordo com cada organismo, mas os mais recorrentes são:

  • Febre;
  • Tosse seca;
  • Perda do olfato e / ou paladar;
  • Falta de ar;
  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito.

Orientações

A SES afirma que o isolamento social, o uso correto e contínuo de máscara e higienização das mãos são medidas imprescindíveis para conter a propagação do coronavírus.

Quem apresentar febre, tosse seca ou dor de garganta deve permanecer em isolamento por 14 dias e uma unidade básica de saúde mais próxima.

As medidas de biossegurança devem ser seguidas mesmo após imunização com as duas doses da vacina.

 

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