Saúde
Com pé roxo e sem conseguir andar, idosa sofre sem diagnóstico
Paciente já buscou ajuda nos postos de saúde, mas não conseguiu

Dores intensas na região do tornozelo e pé esquerdo fizeram Creusa Gonçalves, de 71 anos, procurar ajuda nas unidades de saúde de Campo Grande, mas há um mês ela tenta atendimento com um especialista e não consegue. Segundo a filha, Anny Francylle Gonçalves, a mãe já está com o pé roxo e com dificuldades para andar.
Desde o mês de março, Creusa já procurou a USF (Unidade de Saúde da Família) do bairro Santa Emília e a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Leblon, mas até o momento não obteve o diagnóstico correto, nem foi encaminhada a um especialista.
De acordo com a filha, a mãe relata que sente dores intensas e agulhadas na região afetada. "Ela já procurou atendimento nessas unidades, mas os profissionais não conseguiram identificar o problema de forma precisa nem fornecer o encaminhamento necessário para um centro especializado", diz Anny.
Além da dificuldade para andar, conforme um exame feito em uma clínica de diagnósticos, o tornozelo da idosa apresenta um edema subcutâneo, com uma coleção líquida lobulada na região medial do tornozelo, com um processo inflamatório na área, mas sem sinais de envolvimento ósseo ou extensão intra-articular.
"O que mais preocupa a gente é a falta de apoio da rede pública de saúde. Minha mãe está sofrendo e não estamos conseguindo o devido suporte. Ela precisa de um encaminhamento para um especialista, mas parece que ninguém sabe o que fazer", desabafa a autônoma.
A reportagem entrou em contato com a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) para dar suporte a paciente e aguarda reto
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