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Caso bárbaro

Casal estupra amiga após festa por carro novo e a 'aconselha' a tomar coquetel contra DSTs

Caso bárbaro e sem precedentes aconteceu em Dourados

31 Jan 2014 - 16h50Por Mídia Max

O promotor de Justiça de Dourados, João Linhares, ajuizou nesta sexta-feira (31) um processo de estupro de vulnerável, que de acordo com ele é sem precedentes.  “Tenho 14 anos de magistério e nunca vi nada parecido”, fala.

Uma mulher foi estuprada pelo marido da amiga com a supervisão dela. Ela teria ‘ajudado’ o marido a cometer o crime, imobilizando a vítima, que mesmo desmaiada, continuou a ser abusada.

Após o crime, a ‘amiga’ anda enviou mensagens para o celular da vítima, a aconselhando a tomar pílula do dia seguinte e um coquetel de medicamentos contra DSTs, porque  estava com dúvida  de o marido ter usado preservativo ou não.

O caso, que aconteceu no dia 3 de novembro do ano passado, só veio à tona agora por conta de o caso ter sido encaminhado à Justiça pelo promotor público.

De acordo com a denúncia, o casal suspeito teria ganhado um carro, e convidou essa mulher para a comemoração.  Por volta das 16 horas, a mulher chegou à casa acompanhada de outra amiga, também convidada.

Por volta de meia noite, uma das convidadas teria ido embora, restando somente a vítima com o casal. Neste momento eles passaram a consumir cervejas e vodka com energético, insistindo para que a vítima bebesse.

Em determinada hora o homem à força obrigou a vítima ir para o quarto. Lá, com o auxílio da mulher, estuprou a vítima, que perdeu os sentidos e continuou a ser abusada. Quando tentou gritar por socorro, a mulher tapou a boca dela.

A mulher passou por um exame de corpo de delito que comprovou as agressões e foi colhido material genético, que espera o resultado do exame.

Após o abuso a mulher ainda recebeu mensagens de texto da suposta ‘amiga’ com pedidos de desculpas e a aconselhando a tomar a pílula do dia seguinte, para evitar uma gravidez, e um coquetel de medicamentos contra DSTs, porque ela não tinha certeza se o marido usou preservativos ou não.

O casal está respondendo ao processo em liberdade. Eles são acusados de estupro de vulnerável com o agravante da participação de outra pessoa. Se condenados eles podem pegar de 8 a 12 anos de prisão.

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