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POLITICA

Mulheres lideram chapas e bancada feminina pode bater recorde em MS na próxima eleição

20 Jul 2026 - 11h58Por Redação Fátima News

Mato Grosso do Sul pode bater recorde de mulheres na Câmara Federal e, mais que isso, ter o mesmo número ou até a maioria de mulheres deputadas federais, se confirmadas as expectativas dos partidos.

Seguindo a projeção das legendas, é possível que até cinco mulheres se destaquem e sejam eleitas em outubro.

Atualmente, apenas uma mulher exerce o mandato de deputada federal: Camila Jara (PT). Ela disputa a reeleição e tem chances de vitória na chapa do PT, que há anos elege dois representantes. O colega dela na legenda, Vander Loubet, não disputará a reeleição, o que lhe dará o posto de 01 do partido.

A eleição também terá Rose Modesto (União) na disputa. Ela já foi deputada federal e tenta voltar ao cargo na eleição deste ano, concorrendo na federação União PP com outros três deputados federais. (Dagoberto Nogueira, Geraldo Resende e Luiz Ovando).

No Partido Liberal, a aposta da vez é a deputada estadual Mara Caseiro (PL), que aparece bem nas avaliações feitas até o momento. Ela deve ter como principais concorrentes dois federais que disputam a reeleição (Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira).

Dois outros partidos tentam surpreender e podem aumentar o número de mulheres: PSDB e Republicanos.

O PSDB perdeu três deputados federais na janela partidária, mas montou uma chapa que está incomodando os partidos considerados favoritos. No partido, destacam-se a ex-secretária de Cidadania, Viviane Luiza, e a vice-prefeito de Corumbá, Bia Cavassa.

O Republicanos, quem tenta uma vaga em Brasília é a vereadora mais votada em Dourados, Isa Marcondes. Ela tem como principal concorrente nos estudos do partido o deputado federal Beto Pereira.

História – Apenas cinco mulheres foram eleitas para uma das oito vagas na Câmara Federal em Mato Grosso do Sul até hoje. Neste período, o Estado teve quase sempre apenas uma representante. A exceção foi 1995, quando representaram o Estado Marilu Guimarães e Marisa Serrano.

A primeira a conquistar uma vaga na Câmara foi Marilu Guimarães, em 1990. Depois, Marisa Serrano passou a representar as mulheres em Brasília, período que o Estado teve duas federais. O Estado voltou a ter uma mulher eleita para Câmara em 2014, com a vitória de Tereza Cristina.

Em 2018, duas mulheres foram eleitas novamente: Rose Modesto e Tereza Cristina. Bia Cavassa, então suplente, acabou conquistando a vaga aberta com a licença de Tereza Cristina. Depois, Rose disputou o Governo em 2022 e Camila Jara (PT) ficou com a única cadeira para mulheres entre as oito de MS na Câmara.

(Por Wendel Reis/Investigams)

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