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Por 'rixa antiga', mais uma aluna é espancada na hora do intervalo em Campo Grande

4 Abr 2014 - 15h35

Mais uma estudante foi agredida em escola pública de Campo Grande. Depois de uma jovem de 16 anos ser espancada no Aero Rancho, desta vez uma adolescente de 13 anos apanhou de outra estudante de 15 anos.

De acordo com a mãe da vítima, Valquíria, assistente administrativo, a briga ocorreu na segunda-feira, dia 24, na escola onde a filha estuda no bairro Mata do Jacinto, região norte da cidade. Conforme a mãe da menina, desde o começo do ano a filha estava recebendo ameaças da adolescente.

A mãe contou que a rixa da garota com sua filha é desde o ano passado, quando ela brigou com a amiga da menina. “Desde que ela bateu na amiguinha da minha filha que ela não gosta dela, acho que depois que a menina saiu da escola ela começou a implicar com minha filha”, conta.

A assistente administrativo conta que a adolescente fazia ameaças constantes para a filha, até no perfil da estudante em uma rede social ela deixava recados. “No Facebook ela mandava recados dizendo que ia acabar com minha filha como ela fez com a amiguinha dela. Dizia que iria pegá-la e acabar com ela”, relata.

A mãe conta que depois das ameaças pela rede social, ela enviou uma cópia para a direção da escola para informar o que estava acontecendo com sua filha e cobrar uma solução do problema.

Apesar de denunciar a adolescente nada foi feito e no dia 24 na hora do intervalo a estudante deu uma surra na menina no pátio da escola. Um professor teve que conter a briga e as meninas foram encaminhadas para a direção.

Segundo a mãe, a jovem levou uma suspensão de dois dias e já retornou à escola. “Não adianta dar só uma suspensão porque o problema vai continuar e minha filha está se sentindo acuada e com medo da garota”, alega.

A mãe contou também que no dia 28 procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (Deaij) e confeccionou um boletim de ocorrência. Valquíria disse que tentou uma transferência da filha para o período matutino, mas a direção alega  não ter vaga.

Diante do problema a mãe não sabe como fazer para proteger a filha dentro da escola. “Aqui fora eu e o pai dela a protegemos, mas dentro da escola fica difícil e é a escola que tem que manter a integridade física e mental dela”, pontua.

A mãe conta que por causa da desavença com a adolescente a filha tem procurado se isolar e evitado contato físico com a estudante para evitar um confronto. “Eu sei que minha filha não é santa, mas ela é uma menina muito doce e tem evitado ao máximo a estudante. Eu quero o mais rápido possível uma solução para eu ter tranquilidade”, conclui.

Na próxima terça-feira (8) está marcada uma reunião com a diretora da escola e o responsável da estudante para tentar achar uma solução do problema entre as adolescentes.

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