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Partida abrupta de Gabriella em Campo Grande choca a família: 'Era para ela enterrar a gente'
Gabriella tinha 23 anos e morreu após sofrer um aneurisma, segundo a família

Gabriella Vieira Alexandre foi descrita pelo pai como uma jovem estudiosa, trabalhadora e educada. Ela tinha 23 anos e foi encontrada morta no banheiro de casa, no bairro Parque do Sol, em Campo Grande, na manhã de segunda-feira (27).
A jovem está sendo velada desde a noite de segunda (27) na Capital. Ao Jornal Midiamax, o pai dela, José Roberto Alexandre, desabafou sobre a partida precoce da filha.
“Muito triste, demais da conta. Esperava ela enterrar a gente, não um pai enterrar uma filha. Que Deus a coloque em um bom lugar”, lamentou José Roberto.
‘Ela era 100%’
O pai da jovem comentou que ficou um longo tempo longe da filha, mas o que não esperava era ter que se despedir de Gabriella desta forma. “Vim vê-la pela última vez. Ela era 100%. Educada, trabalhadora, ajudava muito a mãe dela, ajudava muito as irmãs dela, uma pessoa estudiosa, excelente”, lembrou José Roberto.

José Roberto Alexandre, pai de Gabriella. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)
De acordo com a família, Gabriella sofreu um aneurisma cerebral. “A mãe dela disse que ela sofreu dor de cabeça no sábado, a mãe disse pra ela procurar um médico, fazer exames, e na segunda já aconteceu isso. Foi muito rápido”, explicou o pai à reportagem.
A jovem será sepultada no início da tarde desta terça-feira (28).
Relembre o caso
Na segunda-feira (27), a jovem acordou cedo e foi ao banheiro, sendo que, por volta das 7 horas, o marido acordou e sentiu falta dela. Assim, ele foi até o banheiro e encontrou a esposa de bruços e roxa.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, tentou manobras de reanimação, mas Gabriella já estava sem vida. A mãe dela, Carla Vieira, afirmou que a causa da morte foi choque neurogênico e aneurisma cerebral. “Meu genro fez massagem cardíaca e chamou o socorro, mas ela já estava em óbito”, disse.
A mãe acrescentou que a filha estava com forte dor de cabeça e procurou a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Leblon no último dia 18. Lá, ela tomou remédio na veia e foi liberada sem ser direcionada para exame de tomografia.
A Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) foi acionada para investigar o caso, pelo fato de se tratar de uma mulher.
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