Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
domingo, 29 de novembro de 2020
SADER_FULL
Busca
ZANZI
Nova Andradina

IML demora para liberar corpo e Puccinelli chama servidor de vagabundo

15 Abr 2014 - 10h24Por Mídia Max

O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, não gostou de um buzinaço realizado durante cortejo fúnebre em frente da solenidade em que participava, na segunda-feira (14), em uma escola de Nova Andradina, a 300 quilômetros de Campo Grande.

O protesto era contra a demora do IML para liberar um corpo, e em reação, ele chamou de “servidor vagabundo” o médico legista do município, que promete processá-lo e até pedir demissão do cargo.

A manifestação teria sido provocada após a demora, por parte do IML (Instituto Médico -Legal) em liberar o corpo da jovem Taynara Pereira, morta em acidente de trânsito no sábado (12). Sem médico legista na cidade, o procedimento teve que ser feito por Dourados, resultando em uma espera de, pelo menos, 22 horas.

Revoltados, os familiares teriam aproveitado a presença do governador na cidade, no momento do cortejo fúnebre, para protestar. Puccinelli reagiu: “Não tem nada de manifesto. É um vagabundo de um servidor que não estava em seu local de trabalho e já determinei ao policial Jefferson (delegado) que faça a advertência”.

CLIQUE E OUÇA O ÁUDIO

Puccinelli classificou o buzinaço como uma “bagunça”. Disse que ele próprio poderia entrar em contato com a família de Taynara para prestar apoio, além de culpar o condutor do carro e que a garota estava pelo ocorrido.

“O condutor do carro, que causou o acidente, deveria estar na cadeia. Por isso, vamos determinar rigorosa apuração. O que me revolta é uma menina de 15 anos ter a vida ceifada por loucos ao volante e pelo servidor não estar no local de trabalho. Queremos seriedade e respeito às pessoas”, disse o governador. Quem conduzia o carro onde estava Tayana não tinha CNH.

O médico legista Omar Ferreira Miguel afirmou que vai entrar na Justiça contra o governador por ter sido chamado de “servidor vagabundo”. Disse, ainda, que vai deixar o cargo.

“Fui contratado para trabalhar 40 horas semanais, não recebo insalubridade, não recebo hora extra. Já acionei meu coordenador sobre minha decisão e vamos tomar as devidas providências. Ou eu trabalho conforme um servidor público ou vou pedir demissão”, retrucou o médico. Segundo ele, a falta de servidores é um problema do Estado.

Deixe seu Comentário

Leia Também

FESTONA NA PANDEMIA
Guarda Municipal acaba com 'festona' em flagrante com 119 adolescentes em MS
SEGURANÇA NO FIM DE ANO
Segurança no Estado durante as festas de fim de ano terá mais de 2 mil policiais nas ruas em MS
NOTÍCIA TRISTE
NÃO DEU TEMPO: 'Ceará' morre na véspera de encontro com os filhos que não via há 23 anos
FORÇA TÁTICA DE FÁTIMA DO SUL
Força Tática de Fátima do Sul apreende mais de 100 quilos de maconha
TRAGEDIA NA RODOVIA
Acidente entre ônibus e caminhão matou 41 pessoas
TRAGÉDIA NAS ESTRADAS
Mãe e Bebê de dois meses morrem após carro bater em coqueiro em Bonito (MS)
DISPARO ACIDENTAL
Quando colhia castanhas, Índia de 14 anos é morta com tiro disparado pelo próprio marido
COISA DE FILME DE TERROR
Vizinhos de massagista estão em choque com crueldade do crime em cidade do MS
TRAGEDIA NA RODOVIA
Violento acidente entre ônibus e caminhão em rodovia provoca 22 mortes
BARBÁRIE
Chargista é esquartejado e corpo colocado em malas