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CRIME DETALHADO

Assassino amarrou, espancou e degolou empresária por dívida de R$ 1,4 mil

Jefferson Rodrigues da Silva, preso na tarde dessa quinta-feira (18) o bairro Vila Artur, em Várzea Grande, com a carteira de habilitação da vítima no bolso.

19 Fev 2021 - 14h10Por Reporter MT

Jefferson Rodrigues da Silva, assassino confesso da empresária Rosimeire Soares Perin, de 56 anos, relatou em depoimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) o motivo e detalhes de como executou a vítima na última terça-feira (16), em Várzea Grande.

O assassino iniciou explicando que comprou a máquina de sorvete da empresária por R$ 7 mil. No entanto, ainda no ano de 2020, o equipamento precisou de manutenção, serviço prestado pela vítima no valor de R$ 2,1 mil.

Desse total, o acusado ficou devendo R$ 850. Desse valor foram acrescentados mais R$ 550 em produtos adquiridos para a rotina de trabalho com a máquina, somando a dívida de R$ 1.400 devidos desde novembro passado.

No dia dos fatos, Rosimeire estava na casa do ‘cliente’ fazendo manutenção na máquina de sorvete. Enquanto trabalhava, a vítima puxou o assunto e cobrou Jefferson.

Nesse momento, o assassino atacou a empresária por trás com uma ‘gravata’ até que ela caísse inconsciente. Em seguida, Jefferson ‘amarrou’ Rosimeire com fitas adesivas e amordaçou com uma meia.

Tempo depois, a vítima acordou e o agressor teria entrado em desespero pelo que havia feito. Então, se armou com uma faca e deu três golpes no pescoço da empresária.

No depoimento, Jefferson relatou que matou a vítima por medo de ser denunciado à polícia e, consequentemente, voltar à prisão, onde já cumpriu pena por crimes de roubo e estupro.

Na noite daquele dia, com ajuda do faccionado do Comando Vermelho (CV), Pedro Paulo de Arruda, ele enrolou o cadáver em um saco plástico, seguido de um cobertor e desovou em uma região de mata da Passagem da Conceição, em VG.

Pedro também foi preso, na noite de quinta-feira, com 16 kg de cal. O faccionado admitiu ter participado do crime e afirmou que iria usar o material químico para mascarar o cheiro do corpo e acelerar o processo de decomposição. 

O criminoso foi detido em casa, no bairro São Mateus, em Várzea Grande.

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