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CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Ciência e tecnologia recebe aporte de R$ 14,8 milhões para nova plataforma clínica em MS

Convênio foi celebrado nesta 2ª feira entre o governo do estado, Fundect e a Fiocruz

21 Jun 2022 - 09h52Por Correio do Estado

O diretor-presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul, Márcio de Araújo Pereira, informou investimento de R$ 14,8 milhões para uma nova plataforma clínica no estado.

A ação vai permitir que as pesquisas clínicas sejam feitas em MS e será potencializada dentro do Centro Oeste. Então, "não é só investimento para o Estado, é investimento para o Centro-Oeste, para o Brasil. E vai trazer também conexões nacionais e internacionais".

O governador Reinaldo Azambuja informou que a parceria entre a Fundect e a Fundação Oswaldo Cruz, é muito importante para o estado porque é produtora de pesquisa científica.  

"Ela produz projetos voltados a pesquisa, tecnologia e inovação e assinamos um convênio de R$ 14,8 milhões. A transferência financeira via Fundação de Ciência e Tecnologia para eles fortalecerem o estudo e o núcleo de pesquisa científica do Mato Grosso do Sul. Fiocruz já faz um bom trabalho. Temos o exemplo da tuberculose desenvolvida em um trabalho nos presídios com a população carcerária e outros que vão desenvolver com essa transferência financeira", revelou Azambuja.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, afirmou que neste momento se consagra o trabalho desde 2007 realizado pela Fundação no MS.

"Os trabalhos de pesquisa iniciaram com o Reinaldo Venâncio e vem contribuindo desde a saúde da população prisional destacada pelo médico Julio Croda, a saúde indígena, a novos modelos de desenvolvimento. Está presente a ciência e tecnologia voltada a qualidade de vida da população e esse é o sentido maior desse centro de pesquisa clínica que tenho a satisfação de estar contribuindo para sua implementação", enfatizou Nísia Lima.  

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O diretor-presidente da Fundect, Márcio Araújo, durante o ato - Foto: Gerson Oliveira

 

Para o secretário de Estado de Saúde, Flávio Brito, a parceria é importante. "Vão ser desenvolvidos novos remédios, novas vacinas, o que demonstra a posição do governo do estado que sempre se baseou na ciência. O convênio de 12 meses da Fundect com a Fiocruz. A saúde está em extase. É uma plataforma de pesquisa de novas vacinas, de novos remédios, e isso é muito importante para MS e para o país inteiro. Ganha o país com demandas nas pesquisas desse material."    

"Muitas das coisas que são feitas fora do estado vão passar a ser feitas dentro do estado e faz parte da saúde, acompanhar os vários vírus (covid, gripe), entre outras patologias. Isso é um investimento para a sociedade, para a coletividade mesmo", informou o diretor-presidente da Fundect.  

Márcio Araújo informou que entre o ano passado e este ano já foram investidos por meio da Fundect mais de R$ 105 milhões em ciência e tecnologia. "Esse ano temos o maior orçamento da história da Fundect, que é de R$78 milhões. Então, é um investimento crescente e a cada momento aparecem novas demandas, isso porque a ciência entrou em atenção no Brasil, e Mato Grosso do Sul começou a investir mais ainda", destacou.  

Segundo o diretor-presidente, o investimento é na ciência de forma total. O trabalho prevê investimento capital no ano, nas pessoas, por meio de bolsas. A Fundect viabiliza bolsas desde o ensino médio para jovens de 15 e 16 anos, graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, para pensar no futuro.  

"Também investimos em pesquisas como esta (aplicada mesmo), investimos em inovação, investe em empresas e cedemos recursos por meio de editais para que startups e projetos destes se viabilizam, por meio do Programa Centelha, Programa Tecnova. O estado está com um programa próprio, chamado Tuiuiu, junto com a Fiems, e você pode conseguir até R$ 100 mil para sua empresa, caso tenha ou queira abrir", informou Araújo.

"Ciência muito forte, confiar na ciência, na agricultura familiar, saúde, confiar no nosso trabalho de tecnologia e inovação e nenhum país do mundo chegou a lugar algum sem investir em ciência, tecnologia e inovação e isso a gente tem feito", complementou Araújo.  

Grande parte do trabalho é voltado para educação. O ensino é umas das missões, além de ciência, tecnologia e inovação. "Nessa cadeia voce tem um futuro melhor para os jovens do estado, mais gente qualificada, mais gente investindo e investindo nas pessoas todo mundo ganha", finalizou Araújo.

Agenda

Recentemente, Márcio Araújo esteve em Manaus, segundo ele, participando de Encontro Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa. Onde todas as fundações se reuníram para discutir os novos caminhos e tecnologias para a ciência do país. Novas metas e novas definições. No fim do ano, o encontro acontecerá em novembro, no Bioparque Pantanal.

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