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FUTEBOL 2022

A dança das cadeiras dos treinadores em 2022

7 Jan 2022 - 10h02

O ano mal começou e já podemos ver as movimentações entre os comandantes dos times do Brasileirão. O momento do mercado de transferências é crucial, pois define a largada inicial da composição dos times nos dias 09 e 10 de abril, datas em que as séries B e A, respectivamente, isso sem falar dos campeonatos estaduais que começarão já em janeiro de 2022, além da grande Libertadores.

O atual campeão brasileiro, Atlético MG, atualmente sem treinador após a saída de Cuca, fez uma oferta ao ex-treinador rubro-negro Jorge Jesus, que comandava o Benfica, porém não chegaram a um acordo. O Galo também demonstrou interesse em Carlos Carvalhal, porém, a multa para tirá-lo do Braga é exorbitante. Mesmo não fechando com Carvalhal, o Galo busca um treinador estrangeiro. Vale lembrar que o Flamengo também fez oferta por Carvalhal antes de contratar o português Paulo Sousa. Outro clube que trocou de treinador foi o Internacional. A troca foi entre treinadores uruguaios, em que vai embora Diego Aguirre e chega “Cacique” Medina, vindo do Talleres –AR. 

Um velho conhecido nas Laranjeiras voltou para casa em 2022, Abel Braga volta a comandar o Fluminense. Outro time da série A que inicia o ano sem treinador é o Cuiabá. Após a saída de Jorginho, a direção ainda não anunciou outro nome.

Após Jorge Jesus fazer escola no Flamengo em 2019, se tornou cada vez mais comum estrangeiros no comando das principais equipes do Brasil, em 2022 não será diferente, o ano apenas começou e já tivemos diversas contratações de treinadores estrangeiros.

Neste momento, para sites especializados em previsões esportivas, o Flamengo é um dos grandes favoritos ao título do Campeonato Carioca de 2022, como é possível ver na página de palpites futebol da SportyTrader. Porém, essa dança de treinadores poderá ter bastante influência nessas projeções até o começo do campeonato.

A rotatividade dos técnicos no Brasil

A troca de técnicos no Brasil sempre foi muito recorrente, basta uma sequência de maus resultados e a demissão vem. Independente da série, a dança das cadeiras dos técnicos no Brasil é enorme, entretanto, este número vem diminuindo a cada ano que passa, vamos entender o motivo.

No ano de ano de 2019, tivemos mais de 30 trocas de treinadores na série A. No ano de 2020, esse número diminuiu para 21 trocas. Já em 2021, a baixa foi muito significativa, tivemos 16 trocas de treinadores apenas.

Essa queda no número de demissões, tem um motivo, a partir do brasileirão de 2021, a CBF pôs em seu regulamento, uma medida que visa justamente diminuir esse elevado número de trocas.

A medida válida para séria A, B e C dos campeonatos brasileiros diz que cada clube terá direito a apenas duas demissões de seus comandantes, após as estas duas, não poderá contratar um terceiro, neste caso, o time deve eleger alguém de sua comissão técnica que tenha no mínimo seis meses como funcionário do clube.

A nova regra também se aplica aos treinadores, ou seja, o técnico que pedir demissão duas vezes, não poderá treinar uma terceira equipe no Brasil neste mesmo ano.

Já no primeiro ano da regra, a brecha do “Comum acordo” foi encontrada e usada diversas vezes pelos clubes. Através deste tipo de demissão, os times continuam com poder de 2 contratações no mesmo campeonato e técnicos continuam podendo treinar mais duas equipes. Um exemplo desta medida foi o Grêmio, o time demitiu por comum acordo o técnico Thiago Nunes e Felipão, após isso, contratou Wagner Mancini, se as demissões não fossem através do comum acordo, o clube não poderia ter feito a última contratação de Mancini.

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