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Trio de atores de 'A dona do pedaço' fala do flagra que Maria da Paz dará em Régis e Jô

Daqui a quatro dias, a vida de Maria da Paz (Juliana Paes) nunca mais será a mesma.

14 Ago 2019 - 09h33Por Extra

Daqui a quatro dias, a vida de Maria da Paz (Juliana Paes) nunca mais será a mesma. A boleira de “A dona do pedaço”, ao flagrar Régis (Reynaldo Gianecchini) e Jô (Agatha Moreira) transando, comete o desatino de atirar no marido e acaba presa. A cena, aguardadíssima pelo público, também mexeu com os atores, antes mesmo de sua gravação, há duas semanas.

— Quando li a sequência, chorei igual criança como há muito tempo não chorava lendo um capítulo. É difícil eu ficar sem dormir por uma cena. Fiquei muito impressionada, não imaginava que Maria da Paz estaria armada, muito menos que ia dar um tiro, que teria um crime passional envolvido. Fiquei em choque — conta Juliana.

— Desde o momento em que a gente sabe que a cena está escrita, gera uma expectativa, uma ansiedade que não se sabe nem como quantificar — diz ele, que vê no tiro a virada de Régis: — Já estava esperando, querendo muito que isso acontecesse. É quando cai a ficha dele de que está apaixonado pela mulher e não quer continuar sendo um canalha. Esse tiro é importante. Régis precisou ir ao extremo para entender. A vida faz isso mesmo. Às vezes, precisa acontecer uma coisa muito grave pra gente começar a entender algumas coisas.

Em

Em "A dona do pedaço", Josiane observa Régis sendo socorrido após ser atingido por um tiro Foto: João Miguel Junior/Rede Globo/Divulgação

Já Agatha praticamente soltou um “aleluia” ao ter as cena nas mãos, já que torcia para esse dia chegar logo:

— Estava esperando Maria da Paz abrir os olhos, assim como o público. Eu adorei a sequência! Uma mãe cega de amor e uma filha vazia de amor. É difícil arrumar uma desculpa para justificar os atos de Jô. Não tem defesa! Maravilhoso poder fazer algo tão impactante e esperado pelo público.

A sequência do flagra e do tiro foi guardada a sete chaves, conduzida por Amora Mautner, diretora artística da trama. Só podia entrar no estúdio quem estivesse devidamente autorizado, segundo Gianecchini:

— Olha, foi um acontecimento... Precisava até de pulseirinha para entrar! Tinha todo um sigilo (na execução da cena). Fiquei bem nervoso, porque é uma momento muito esperado, tem um peso, uma carga emocional e física muito grande.

Juliana Paes com a diretora de

Juliana Paes com a diretora de "A dona do pedaço", Amora Mautner Foto: João Miguel Junior/Rede Globo/Divulgação

A protagonista da história conta que já chegou para a gravação num clima diferente.

— Quando eu coloquei os pés no estúdio, falei: “Caramba! Hoje é o dia”. Em casa, antes de sair, já tomei o café da manhã de um jeito diferente. Fui no carro com um espírito diferente. Entrei no estúdio com aquele bolo na garganta, aquela vontade de chorar. Pode parecer bobagem, mas isso suga a energia da gente, mas é a vida do ator. E é isso. Fizemos com muita emoção — afirma Juliana.

Na trama, depois de levar o tiro da mulher, Régis é levado ao hospital, enquanto Maria da Paz não oferece resistência quando Camilo (Lee Taylor) aparece na mansão para prendê-la. E, por incrível que pareça, a boleira, num primeiro momento, acredita que a filha foi vítima da sedução do padrasto. Logo de cara, Jô não desfaz o “mal-entendido”.

— É mais um capítulo de Jô sendo falsa, dissimulada e sem limites. E ela ainda tem muito o que armar, esconder, dissimular... — avisa Agatha.

Gianecchini conta que a tensão e a comoção que a sequência envolveu continuou mesmo após a gravação:

— Estava todo mundo muito sensível e emocionado, mas feliz. A cena era muito preparada visualmente para ser esteticamente bem interessante. Quando acabou, deu a sensação de dever cumprido, e nós três nos abraçamos. Foi lindo.

Maria da Paz e Josiane se enfrentam em Maria da Paz e Josiane se enfrentam em "A dona do pedaço" Foto: João Miguel Junior/Rede Globo/Divulgação

A situação envolvendo o trio é tão surreal para Juliana, que a atriz não imagina o que faria no lugar da boleira:

— Não sei o que seria viver isso na vida real. Porque o pouco que eu pude vislumbrar, vivendo isso em cena, me feriu tanto que, juro, eu não sei... Acho que eu ia ficar muito deprimida. Nunca tive tendências a depressão, não, mas, se acontece uma coisa dessa com um filho, eu acho que ia precisar de uns remedinhos (risos).

Gianecchini, no entanto, tem uma certeza: nunca resolveria uma situação dessa à bala.

— Acho que jamais teria uma reação assim, até porque nunca me imaginei com uma arma na mão. Sou contra, nunca teria o impulso de atirar. Mas não sei como seria minha reação diante da surpresa. Só na hora consegue-se sentir e ver como se reage — diz o ator.

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