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MUNDO FOTOGRÁFICO

Profissionais e amadores disputam espaço no mercado da fotografia

9 Jan 2014 - 09h00Por DOURADOS AGORA

A facilidade no acesso às câmeras digitais amadoras trouxe mudanças significativas na vida dos fotógrafos profissionais. Para se manterem no mercado, eles tiveram que buscar aperfeiçoamento e refinar ainda mais o talento.

Segundo Rafael Henrique, fotógrafo que promove ensaios e cobre eventos na região da Grande Dourados além de atuar como freelancer da Agência Eleven, do Rio de Janeiro, aos poucos os amadores vão ganhando mais espaço, principalmente no fotojornalismo.

“Os profissionais da fotografia estão sendo preteridos em trabalhos mais simples, como por exemplo, os flagrantes no fotojornalismo. Hoje em dia, qualquer pessoa quando presencia um acidente ou algum fato interessante, logo usa sua câmera digital ou um smartphone, posta a imagem em uma rede social ou envia para os jornais”, disse Rafael, lembrando que isso pode causar depreciação dos profissionais.

“Além de sermos desvalorizados por isso, também existe uma outra questão que gera certa polêmica. No caso, àquelas pessoas que compram uma câmera e saem fotografando por aí, muitos apenas como hobby. O cidadão é livre pra fazer suas escolhas, porém, na maioria das vezes, estes ‘aventureiros’ cobram um preço inferior ao do praticado na praça, o que reduz o valor de mercado da fotografia e reflete em prejuízo para nós que sobrevivemos disto”, disse.

Apesar deste cenário aparentemente desfavorável, ele explica que o talento continua se sobressaindo aos preços baixos. “Quando é preciso um trabalho mais elaborado, o profissional é figura certa. Além da manipulação dos equipamentos, existe a garantia do estudo, da técnica e da experiência. É preciso conhecer os limites de seu objeto de trabalho e saber como explorar todas as suas variantes, não importando a ferramenta a ser utilizada. Gosto de dizer que o cliente, quando nos contrata, está comprando nosso olhar”, lembrou Rafael. No ramo há mais de cinco anos, ele acredita que a tendência é que as coisas melhorem.

“Independentemente de como estão as coisas, o importante é que o mercado fotográfico continua em alta. No âmbito do fotojornalismo, a projeção é um pouco melhor, principalmente para 2014, ano de Copa do Mundo e de eleições. Acho que teremos muitas imagens marcantes. As fotos congelam momentos que talvez jamais serão vividos novamente. Momentos únicos”, completou.
Ontem, 8 de janeiro, foi comemorado o Dia do Fotógrafo.

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