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Criança perde visão em acidente em escola municipal e família reclama de descaso da Prefeitura

26 Nov 2013 - 08h11

No dia 28 de agosto, uma aluna do Jardim II da escola Municipal Bernardo Franco Baís perdeu a visão após trombar com um arame na escada. O acidente ocorreu dentro das dependências da escola e gerou uma dilaceração do olho direito da menina de 05 anos. A família de J.G.R. tentou que a Prefeitura viabilizasse o pagamento de duas das três cirurgias que a criança precisou passar, assim como o do tratamento, porém não conseguiu apoio mesmo com a promessa de ajuda do secretário municipal de Educação.

“O Dr. Chadid compareceu ao hospital para obter informações da minha filha após a cirurgia e disse que daria todo apoio necessário. O secretário inclusive indicou o local para tratamento e exames dela. Uma assistente social da Semed (Secretaria Municipal de Educação)acompanhou uma consulta e soube da série de exames que a minha menina teve que passar. Me passaram vários números para contato porém não consegui falar com ninguém”, diz a mãe da aluna, identificada como Patrícia.

J.G.R. foi operada no mesmo dia do acidente na Santa Casa, em regime de urgência. Depois disso, ela passou por outras duas cirurgias para reconstrução do globo ocular. A segunda, que teve a  com valor de R$ 17 mil, ainda não teve o pagamento ao especialista, prometido pelo secretário municipal de Educação. A terceira intervenção cirurgica, que custou R$ 2.500 teve a viabilização através da ajuda de amigos da família. Segundo os médicos, as chances da menina voltar a enxergar é de 1%.

Além das cirurgias, a família também passou a ter custos com medicamentos calmantes e consultas de um psicólogo, já que a menina precisará de orientações médicas para superar o trauma. A Presidência da Câmara Municipal foi avisada sobre o fato, e o vereador Mário César (PMDB) chegou a encaminhar um ofício a Prefeitura para que houvesse um auxílio para os pais de J.G.R., que são funcionários autônomos para controle de vazamentos em residências.

Estrutura

No depoimento da mãe da criança para Prefeitura na sindicância sobre o acidente, os funcionários e a direção da Escola Municipal Bernardo Franco Baís foram isentados. De acordo com ela a escola solicitou por várias vezes mais monitores e um parquinho, além de brinquedos que pudessem ser utilizados no Ensino Básico.

Patrícia também pediu a Secretaria Municipal de Educação que retirasse a grade da escada onde a filha dilacerou o olho. Conforme a mãe a escola não teria um espaço adequado para o recreio dos alunos com idade entre 05 e 10 anos.

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