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ABERTURA FRONTEIRA

Liderada por comerciantes, carreata em dois países pede fronteira aberta

No dia 25 de maio, a maior parte das lojas de Pedro Juan Caballero voltou a funcionar – as exceções são o Shopping China e o Planet Outlet, que continuam fechados.

3 Jun 2020 - 12h39Por Campo Grande News

Comerciantes dos dois lados da Linha Internacional se uniram em carreata na tarde desta terça-feira (2) para cobrar a reabertura da fronteira entre Pedro Juan Caballero no Paraguai e Ponta Porã (MS). Os acessos entre as duas cidades foram bloqueados por militares e por uma cerca de arame farpado em março deste ano por causa da pandemia do novo coronavírus.

No dia 25 de maio, a maior parte das lojas de Pedro Juan Caballero voltou a funcionar – as exceções são o Shopping China e o Planet Outlet, que continuam fechados. Entretanto, com a fronteira fechada e o desemprego crescente entre os trabalhadores paraguaios, os lojistas não têm para quem vender.

A carreata foi organizada pela Câmara de Indústria, Comércio, Turismo e Serviço de Pedro Juan Caballero. “O objetivo é demonstrar nosso descontentamento com a proibição de fazer entrega de mercadorias na linha fronteiriça, que vínhamos fazendo cumprindo todos os protocolos de higiene estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, afirma documento assinado pelo presidente da Câmara, Víctor Hugo Barreto.

Assim que os carros de comerciantes paraguaios começaram a carreata na Avenida Doutor Francia, moradores de Ponta Porã também saíram às ruas em apoio.

Nas redes sociais, teve quem demonstrou preocupação com a reabertura no momento em que o coronavírus se espalha por Mato Grosso do Sul, mas muitas pessoas apoiaram. “Abertura controlada e assistida pelas autoridades sanitárias de ambas as cidades seria o ideal”, escreveu morador de Pedro Juan Caballero.

A pandemia e o dólar alto no mercado brasileiro ameaçam a sobrevivência de pelo menos cinco mil empresas de Pedro Juan Caballero. Dos 40 mil trabalhadores formais e informais que dependem diretamente dos turistas brasileiros, boa parte já foi demitida, segundo projeções de comerciantes locais. Só no Shopping China, são pelo menos três mil trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho encerrado nas últimas semanas.

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