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Dólar fecha em alta de quase 2% e se aproxima de R$ 2,30

5 Nov 2013 - 17h44Por G1

O dólar fechou em alta acentuada nesta terça-feira (5), com investidores preocupados com a piora no cenário fiscal brasileiro e cautelosos antes da divulgação de importantes dados econômicos nos Estados Unidos, que podem trazer sinais mais claros sobre os próximos passos da política monetária do país.

A moeda terminou o dia vendida a R$ 2,2893, com alta de 1,98%.

"Os motivos da alta do dólar são as notícias sobre o déficit (primário) no país e a preocupação com a decisão do Fed (sobre a redução dos estímulos)", resumiu o gerente de câmbio da Pioneer Corretora, João Medeiros.

Os investidores estão temerosos com a situação fiscal brasileira depois da divulgação, na quinta-feira, que o setor público brasileiro registrou o pior resultado primário para meses de setembro, praticamente enterrando a possibilidade de a meta ajustada, de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), ser atingida neste ano.

A disparada do dólar no mercado brasileiro ocorria mesmo com a atuação diária do BC que, na manhã desta terça, realizou mais um leilão de swap cambial tradicional, com a venda de 8,1 mil contratos com vencimento em 1º de abril de 2014 e 1,9 mil contratos com vencimento 2 de junho de 2014. Os volumes financeiros equivalentes das operações foram de US$ 403 e US$ 94,2 milhões, respectivamente.

Alguns especialistas levantavam a hipótese de intervenções extras da autoridade monetária para conter o avanço da moeda norte-americana. De acordo com analistas da H.Commcor, as especulações no mercado de câmbio giravam em torno de uma possível rolagem antecipada dos swaps com vencimento no dia 2 de dezembro, que somam o equivalente a US$ 10,11 bilhões.

À espera do Fed
Temores de que o Federal Reserve, banco central dos EUA, reduza seu programa de estímulos ainda este ano também ajudaram a elevar a moeda norte-americana, deixando os investidores ansiosos pelos próximos indicadores sobre a saúde da maior economia do mundo, sobretudo o relatório de emprego que será divulgado na sexta-feira.

"Neste momento o Fed é o coringa do mercado", afirmou à Reuters o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo. "O mercado está preocupado com os EUA, de olho se vai ocorrer a redução dos estímulos ou não, à espera da divulgação do relatório de emprego na sexta-feira", acrescentou.

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