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Zoneamento agrícola chega ao milho de MS, SP e RJ

10 Ago 2004 - 10h16
 

Para minimizar perdas decorrentes de adversidades climáticas na produção de milho não irrigado em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Janeiro, a Comissão Especial de Recursos do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) aprovou o Zoneamento Agrícola para esses Estados. As medidas já foram publicadas no “Diário Oficial da União” e as Portarias nº 28, 29 e 32 estabelecem condições para reduzir riscos ao plantio da cultura nos estados, ao determinar os tipos de solos, condições climáticas, localidades e épocas mais apropriados para o plantio da cultura nesses Estados.

A medida faz parte do projeto “Redução de Riscos Climáticos na Agricultura”, que procura oferecer soluções tecnológicas para a competitividade do agronegócio brasileiro ao reduzir os riscos climáticos na agricultura e orientar o crédito e o seguro agrícola no país. A lista completa de municípios, de cada um dos estados indicados para o plantio, assim como as épocas e condições mais adequadas, estão no anexo da portaria no “Diário Oficial da União”, disponível em www.agricultura.gov.br , na seção “Legislação”.

Desde que foi criado, em 1996, o Zoneamento Agrícola faz parte das diretrizes do Proagro (Programa Nacional de Garantia da Atividade Agropecuária), um seguro instituído para cobrir as operações de crédito rural de custeio em casos de ocorrência de fenômenos naturais. Além disso, o Proagro garante a indenização de recursos próprios utilizados pelo produtor em custeio rural, quando ocorrem perdas por essa razão.

O secretário-executivo da CER, Luiz Antônio Rossetti, destaca a importância do zoneamento agrícola junto ao Proagro. “Hoje, nenhum banco ou instituição financeira aprova recursos para produtores que não seguirem as recomendações do zoneamento agrícola”, diz. Desde 1996, o zoneamento agrícola tem se expandido em diversas culturas e em todas as regiões do país, reduzindo as perdas na agricultura de 15% para 1,3%, segundo dados recentes da comissão. “Quer dizer, praticamente não há mais perdas”.

A modernização do Proagro, por meio do Zoneamento Agrícola, permitiu a redução das indenizações por efeitos climáticos, a inibição de fraudes, além da diminuição de aportes de recursos do Tesouro Nacional da ordem de R$ 150 milhões por ano em função de uma melhoria na correlação entre receitas e despesas desse instrumento de política agrícola.

 

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