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Vôlei: Bernardinho não pensa em voltar a falar com Zé Roberto

28 Mai 2011 - 06h32Por Folha

A trégua entre os dois técnicos das seleções brasileiras de vôlei parece não estar próxima, pelo menos para Bernardinho. O treinador do time masculino não considera que deveria voltar a trocar informações com o comandante do time feminino, José Roberto Guimarães.

Os técnicos são desafetos desde 2004. Neste ano, Zé Roberto trocou farpas com Fernanda Venturini, mulher de Bernardinho e então levantadora da seleção. Ele disse que o que mais atrapalhava em times femininos eram influências externas, como a de 'maridos-técnicos'. Surgiu o rumor de que, nos Jogos de Atenas, Fernanda dava DVDs do time para Bernardinho avaliar.

"No momento, não tenho a menor intenção de nada. Não penso nisso. Não passa pela minha cabeça [voltar a falar com Zé Roberto]", disse Bernardinho, que também comanda o Rio de Janeiro, time com mais títulos na Superliga feminina.

No clube, Bernardinho dirige o principal trio de atacantes da seleção: Mari, Natália e Sheilla. Ele até admite que recuperar o diálogo com Zé Roberto poderia ser bom para o vôlei feminino, mas, mesmo assim, resiste à ideia.

"Fui técnico da seleção feminina antes. Então, tenho uma experiência longa no feminino. Poderia ser proveitoso [voltar a falar com Zé Roberto em prol da seleção feminina]. Conversar com qualquer treinador é proveitoso, ainda mais com um supercampeão, mas não há relação, portanto não há conversa", afirmou Bernardinho.

Apesar de não trocar informações com Zé Roberto, Bernardinho diz que tenta trabalhar de acordo com o que ele observa na seleção feminina.

"Tenho ideias que, de certa forma, são frutos daquilo que vejo que é o trabalho da seleção feminina. Quero trabalhar para que de alguma forma possa me alinhar com aquilo que está sendo feito", afirmou ele, que comandará pela primeira vez na próxima temporada a jogadora Natália.

A jogadora transferiu-se recentemente do Osasco para o Rio. Na equipe paulista, ela atuava como oposto, mas, em seu novo time, jogará com ponteira, mesma função que exerce no time nacional.

"Ajudar a Natália nessa mudança de função é um desafio. Quero trabalhar com ela nessa nova função, colaborar de alguma maneira para o voleibol. Parece que essa é a função que ela vai estar na seleção. Bacana. Para mim, isso é medalha", concluiu o treinador do Rio e da seleção masculina.

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