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Verba sob controle do PMDB deve aumentar 55%

15 Mar 2007 - 17h40

 

Se confirmada a concessão de cinco ministérios pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao partido, o PMDB ganha um acréscimo de 55% no orçamento de investimentos deste ano: de R$ 3,98 bilhões para 6,17 bilhões. No total, a fatia do orçamento sob controle do partido aumenta de R$ 72,9 bilhões (considerando os três ministérios atuais) para R$ 91,6 bilhões, o equivalente a 19,5% do orçamento dos ministérios, excluindo a rolagem da dívida externa.

A verba de investimento sob controle do partido representa 23% do total, sem considerar os investimentos de estatais como Eletrobras, Petrobras e Correios. Os dados foram calculados pela ONG Contas Abertas com base nos dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).

Dos cinco ministérios entregues ao partido, apenas um, o da Integração Nacional, perdeu recursos para investimento em relação ao ano passado. O maior orçamento é o do Ministério da Saúde, de R$ 49,7 bilhões em 2007, dos quais R$ 3,7 bilhões para investimento.

O Ministério já era do PMDB no primeiro governo, embora estivesse sendo tocado nos últimos meses por um ministro interino, Agenor Álves da Silva, depois que o ministro José Saraiva Felipe deixou o cargo para ser candidato. O indicado agora é o médico José Gomes Temporão, do Rio de Janeiro. Em relação ao ano passado, o orçamento da pasta cresceu 7,7% no total e teve um acréscimo de 13,4% nos recursos disponíveis para investimento.

O PMDB também já controlava os ministérios de Minas e Energia e das Comunicações, cujos titulares (Silas Rondeau e Hélio Costa) continuam os mesmos. As duas pastas ganharam mais recursos neste ano em relação ao ano passado.

O orçamento de Minas e Energia cresceu 12,8%, com aumento de 37% na verba para investimento. O volume de recursos disponíveis para o Ministério das Comunicações teve um aumento de 14,6%, com incremento de 45% para investimento.

O partido ganhou agora o Ministério da Agricultura, com um orçamento total de R$ 8,5 bilhões e R$ 537 milhões para investimento, e o Ministério da Integração Nacional, com um orçamento total de R$ 10 bilhões e R$ 1,6 bilhão para investimento.

A Integração Nacional, que era controlada pelo PSB e agora terá como titular o deputado Geddel Vieira Lima, teve o orçamento de investimento reduzido em 16% em relação ao ano passado, apesar de um acréscimo de 5,7% no volume total de recursos.

A Agricultura, que passará a ser comandada pelo deputado Odílio Balbinotti (PR) como ministro, terá um orçamento 11,5% maior, com um aumento de 18,3% na verba para investimento.

Os novos ministros do PMDB foram anunciados na quarta-feira pelo presidente do partido, Michel Temer. Os novos titulares da Saúde e da Integração Nacional já foram confirmados pelo Planalto, que marcou a posse para esta sexta-feira. O ministro da Agricultura ainda não foi confirmado oficialmente.

 

 

Terra Redação

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