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UEMS vai abrir sindicância sobre denúncia de racismo

14 Set 2004 - 18h06

O reitor da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Luiz Antônio Alvarez Gonçalves, informou ao Campo Grande News que recebeu hoje o documento em que o Cedine (Conselho Estadual dos Direitos do Negro) e o Fórum de Permanente de Entidades do Movimento Negro pede a abertura de sindicância para apurar um caso de racismo ocorrido dentro da instituição. O documento tem a data do dia 20 de agosto, mas conforme o reitor, só hoje chegou às suas mãos.

O caso de racismo dentro da UEMS é apontado pelas entidades como um exemplo do preconceito conta os que forma beneficiados pela reserva de vagas a negros e índios na instituição. O reitor disse que, embora considere esse um caso isolado, vai atender ao pedido das entidades e abrir a sindicância.

Sobre as outras providências pedidas, que incluem ações de combate ao preconceito, o reitor diz que há essa preocupação na instituição. Segundo ele, a Pró-reitoria de ensino, responsável por colocar o projeto da reserva de vagas em prática, tem um grupo que acompanha a inclusão dos alunos beneficiados. O aluno que denunciou racismo por parte de um professor, em Ivinhema, está recebendo acompanhamento, conforme o reitor.

Segundo Gonçalves, dos 6 mil alunos que a UEMS tem 303 entraram no último vestibular através do sistema de cotas para índios e negros. Isso quer dizer que a reserva de 30% das vagas não foi preenchida, pois das 1,6 mil oferecidas no concurso, 492 era para indígenas e negros. O reitor atribui essa percentual não preenchido principalmente à novidade desse tipo de iniciativa.

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