Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quarta, 22 de setembro de 2021
Busca
Brasil

Sobe para 644 número de mortos devido às chuvas na região serrana do Rio

17 Jan 2011 - 14h00Por Folha Online

As cidades de Teresópolis e Petrópolis registraram mais mortes nesta segunda-feira em decorrência das chuvas. Dessa forma, subiu para 644 o total de óbitos na região serrana do Rio.

Nova Friburgo ainda concentra o maior número de vítimas. Até o momento, foram achados 294 corpos. Teresópolis tem 272 mortos, e Petrópolis contabiliza 57 mortes. Também foram registrados óbitos nos municípios de Sumidouro (19) e São José do Vale do Rio Preto (2).

Além disso, Petrópolis tem 2.800 desabrigados (pessoas que perderam suas casas), e outros 3.600 desalojados (pessoas que foram obrigadas a sair de casa). Em Nova Friburgo, são 1.970 desabrigados e 3.220 desalojados. Já em Teresópolis, 1.280 pessoas perderam suas casas, e 960 deixaram suas residências.

CAMPOS

A cidade de Campos dos Goytacazes, na região norte do Rio de Janeiro, também está em alerta máximo em função da cheia do rio Paraíba do Sul, que corta o município. O nível do Rio já subiu 10,15 metros, e a comunidade da Ilha do Cunha já começou a ser inundada. Trinta famílias foram retiradas do local, e encaminhadas para um abrigo do município.

Segundo a Defesa Civil de Campos, o nível do Rio sobe lentamente. A situação, por enquanto, está sob controle, mas existe o temor de que uma chuva forte provoque alagamentos na cidade. O rio transborda completamente quando o nível sobe 12 metros.

A cheia do rio Paraíba do Sul provocou a interdição da RJ-194, via que liga Campos a São Francisco de Itabapoana, também no norte do Rio. A água invadiu a rodovia nas proximidades de Gargaú, distrito de São Francisco de Itabapoana.

Paulo Rezende/AFP
Homens da FAB auxiliam vítimas das chuvas em Nova Friburgo, na região serrana do Rio; mortes chegam a 644
Homens da FAB auxiliam vítimas das chuvas em Nova Friburgo, na região serrana do Rio; mortes chegam a 644

PREVENÇÃO

O governo federal anunciou hoje a implantação gradual, pelos próximos quatro anos, de um sistema integrado para prevenção de desastres naturais. A coordenação do sistema ficará a cargo da pasta da Ciência e Tecnologia.

Além de um supercomputador que ampliará a capacidade de monitoramento de áreas de risco e de processamento de informações, o ministério terá novos pluviômetros e radares.

Mercadante disse que a melhora no controle e minimização de tragédias como a do Rio será gradual, com implantação completa prevista para daqui a quatro anos. Segundo o ministro, a estimativa do governo é de que 5 milhões de pessoas vivam em áreas de risco potencial no país.

Deixe seu Comentário

Leia Também

HOMICIDIO X SUICÍDIO
Marido mata esposa e tira própria vida; criança de 3 anos pede socorro a vizinho
NEGLIGÊNCIA
Criança de 2 anos ao volante mata prima de 3 anos atropelada
CARROS SEMINOVOS
Como fazer uma boa escolha de veículos seminovos
LUTO NA TV
Ator Luis Gustavo morre aos 87 anos, vítima de câncer
EM DECLINIO
Covid-19: Brasil registra 21,2 milhões de casos e 590,7 mil mortes
TSUNAMI NO BRASIL?
Brasil pode ser atingido por tsunami; entenda
SERPENTE
Rapaz de 18 anos é atacado por jararaca durante pescaria
TRIBUNAL DO CRIME
Traficantes enterram mulher viva para vingar denúncia
TEMPESTADE
Temporal derruba árvore sobre carros e deixa bairros no escuro
VOLTOU A SUBIR
Covid-19: ministério registra 34,4 mil casos e 643 mortes em 24 horas