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SMARTPHONES

Smartphones: uma janela para o mundo de serviços

8 Out 2021 - 07h51

Se você nasceu na virada do século, talvez não se impressione. Mas se você passou dos quarenta, certamente deve estar maravilhado. Estamos falando dos serviços que podem ser feitos através deste aparelhinho onipresente no nosso dia a dia – o smartphone.

Hoje em dia parece lógico – para não dizer óbvio – que serviços sejam oferecidos através dos aplicativos de celular. Afinal, é bom para todo mundo: as empresas têm menos custos, e conseguem atender mais clientes; e os usuários têm mais comodidade, e são atendidos mais rapidamente.

Vamos tomar o exemplo dos bancos. No passado, fazer uma simples transferência demandava que o cidadão se deslocasse até sua agência, talvez tendo que estacionar seu carro, se o banco dispusesse de estacionamento. Então teria que entrar na agência, escolher uma fila de caixa (o conceito de fila única surgiu no início dos anos 90) e, após um tempo que poderia superar meia hora, solicitar ao atendente a operação.

Antes dos cartões eletrônicos, haveria a etapa adicional de conferir assinatura para, só então, efetuar a transferência. Em um dia ruim, esse processo levava mais de uma hora. Hoje, é feito em um minuto.

Os serviços online também eliminam o tempo perdido em ligações telefônicas. Isso era um problema constante do atendimento de companhias de água e luz, que costumavam deixar seus clientes pendurados em uma fila interminável, antes de efetivamente atenderem. Os aplicativos de hoje conseguem – com mais ou menos eficiência – agilizar a solicitação de serviços.

As companhias telefônicas, porém, nem sempre disponibilizam todos os serviços online e, por vezes, é preciso passar por um labirinto de menus automáticos antes de realmente conseguir falar com alguém. Mas se quiser a segunda via de sua conta, fique tranquilo - isso será fácil de conseguir.

Os celulares também estão ideais para oferecer serviços que, de outra forma, estariam indisponíveis em determinados locais. O Mato Grosso do Sul não tem, por exemplo, cassinos.  Na verdade, nenhum lugar do Brasil tem. Então, se alguém quiser conhecer um, terá que se deslocar até algum país vizinho. Ou, alternativamente, pode usar seu celular para acessar um cassino online. Uma solução muito mais simples e rápida, como quase todas em um smartphone.

E considerando que entretenimento também é um serviço, é justo que esteja disponível no celular. Quem quiser ir ao cinema não precisa mais procurar a página de variedades do jornal local para checar a programação dos filmes da semana. Basta acessar um dos muitos aplicativos de ingressos e não só verá as opções como poderá ver um trailer e comprar sua entrada. Pobre dos jornais, que perderam seus leitores. E nem puderam sobreviver com as tirinhas, pois os memes da internet enfiaram o pé na porta...

Agora, a última fronteira dos serviços online está sendo alcançada. Aquela que mais resistiu às mudanças e, quando as abraçou, foi a passos de quelônio: os serviços públicos. Tradicional reduto da burocracia, os serviços prestados pelo estado ao cidadão já flertaram com o purgatório. Quem nunca padeceu em uma fila do departamento de trânsito, tentando transferir o fusquinha que acabou de vender? Entre guias e carimbos, perder uma tarde era coisa fácil de acontecer. Mas hoje já é possível transferir um veículo através do aplicativo, um avanço comparável à invenção da escrita pelos sumérios na Mesopotâmia.

Porém, ainda há muito a evoluir, na forma e no conteúdo. Muitos departamentos ainda têm aplicativos complicados ou pouco funcionais, e alguns serviços simplesmente não estão online, obrigando o cidadão – e seu celular – a se deslocarem até um local de atendimento.

Não há nenhuma razão para que isso permaneça. O Brasil dispõe de mão de obra especializada, capaz de desenvolver, testar e implementar excelentes interfaces, úteis e funcionais, para qualquer tipo de serviço público. Geralmente são profissionais jovens, nascidos na virada do século, e que nunca conheceram as agruras do mundo offline do passado. E certamente não querem conhecer.

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