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Simulados de prevenção devem se estender por todo o Brasil

1 Jun 2011 - 16h25Por Ministério da Educação

Promover uma mudança de foco e de cultura. Esse foi um dos principais objetivos dos simulados de preparação para desastres promovidos, no último sábado (28), pelo Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).

A ação envolveu as comunidades Vale do Reginaldo, em Maceió (AL); Córrego do Sargento, em Recife (PE), e Loteamento Bosque Real, em Salvador (BA), escolhidas devido ao grau de risco ao qual estão expostas.

O exercício iniciou com o aviso de chuvas (com níveis pluviométricos elevados) enviado pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) às Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, que, por sua vez, emitiram o alerta à população.

Em seguida, o simulado abrangeu desocupação das áreas vulneráveis, encaminhamento a abrigos e cadastramento de vítimas.

Avaliação

As simulações funcionaram como teste para avaliar o preparo das coordenadorias estaduais e municipais, assim como de seus sistemas de alerta; a mobilização das comunidades no atendimento às orientações; e a eficiência sistemas de cadastramento.

“Com base na avaliação dos erros e acertos dos simulados, vamos elaborar um plano nacional de prevenção de desastres para ser adotado em todo o país”, afirmou o secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana.

Segundo ele, após os primeiros exercícios, a intenção é estender a ação por todos os estados brasileiros, de forma a mudar o foco, da resposta para a prevenção. “Precisamos mudar a cultura que temos hoje de só responder aos desastres. O foco deve estar na prevenção.

Por isso estamos realizando os simulados, primeiramente em três estados, e depois em todo o Brasil, para capacitar a população e evitar desastres”, explicou Viana.

Há oito anos morando no Córrego do Sargento, em Recife (PE), Gorete Santos avaliou o exercício como muito importante para preparar a comunidade local para enfrentar as chuvas que estão por vir.

“Foi bom porque as pessoas também aprenderam que não podem cavar as barreiras, nem jogar lixo nos bueiros. Temos que cuidar mais do local que a gente mora”, completou a moradora, ao declarar que já saiu várias vezes de casa para fugir das águas.

Engajamento

Além do apoio logístico e técnico das Coordenadorias Estaduais e Municipais de Defesa Civil de Alagoas, Bahia e Pernambuco e do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina (CEPED/UFSC), os simulados tiveram a participação da polícia militar, corpo de bombeiros, guardas de trânsito, sociedade civil organizada (Núcleos Comunitários de Defesa Civil) e integrantes das coordenadorias de várias regiões do Nordeste.

Para o coordenador estadual da Defesa Civil da Paraíba, Walber Rufino, que acompanhou a simulação em Recife, o exercício proporcionou uma ótima troca de informações.

“Aqui tivemos a oportunidade de ver, na prática, a experiência de outro estado. Foi uma iniciativa louvável que merece ser levada para todo o país”, avaliou.

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