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Sem-terra realizam passeata em Naviraí

29 Jun 2006 - 13h09
Mais de 500 trabalhadores rurais sem-terra estão realizando agora uma passeata pelas ruas centrais de Naviraí. Eles sairam da praça Euclides Fabris, estão subindo pela avenida Weimar Torres, devendo passar por várias ruas e outras avenidas da área central da cidade.

Os membros da Fetagri, Faf e CUT voltam logo a seguir para o acampamento, onde fazem seus almoços e em seguida esperam por uma audiência a ser realizada entre 15h e 17 h, entre os líderes dos acampados e o superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) - Luiz Carlos Bonelli.
Só no fim da tarde deve haver uma assembléia, para definir sobre a continuidade ou não do protesto.

MST
O MST (Movimento dos Sem-terra), que se houver o assentamento Santo Antônio, poderá ficar com 860 dos 1.553 lotes, não está na manifestação dos movimentos sociais, hoje, nas proximidades da praça central de Naviraí, que pretendem permanecer entre os prédios da vara da Justiça Federal e o Banco do Brasil, até que haja uma posição do Incra, favorável ao assentamento.
Os líderes dos sem-terra dizem que havia sido prometido em uma audiência pública, realizada no dia dois de outubro de 2005, que haveria o assentamento de 1.553 famílias, com contemplação para o MST (860 lotes) CUT (200), Faf (80) e a Fetagri (413 lotes).
O superintendente do Incra, Luiz Carlos Bonelli não foi localizado, mas há cerca de 60 dias, já havia dito ao Sulnews e ao Correio do Estado, que possivelmente poderia anunciar “uma boa nova para os sem-terra” entre os meses de junho e julho.

PROTESTO
Mais de 350 trabalhadores rurais sem-terra ligados a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri), Federação da Agricultura Familiar (Faf) e Central Única dos Trabalhadores (Cut), integrantes de nove dos quinze acampamentos que formam o grupo de mais 1,7 mil famílias que esperam por 17 mil hectares de terra dos 23,2 mil da fazenda Santo Antônio (grupo Bertin, de Lins-SP) acampam desde 5h de hoje, entre o prédio da Vara de Justiça Federal de Naviraí, praça Euclides Fabris e Banco do Brasil.

Com o objetivo de pedir agilidade no processo de reforma agrária, os sem terra iniciaram a manifestação, sem previsão de encerramento. Ao montar barracas em pleno canteiro central e estacionamento da avenida Campo Grande, e ao trazer para a cidade panelas, alimentos, cobertores e roupas, tiveram a intenção de mostrar força, à véspera de uma audiência agendada para esta quinta-feira, com o superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Luiz Carlos Bonelli.
 
Sul News

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