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Sem-terra permanecem bloqueando a BR-487 em Itaquiraí

15 Dez 2006 - 07h54

Há três dias os sem-terra permanecem bloqueando a BR-487 no trecho que liga Itaquiraí a Naviraí. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, o clima está tenso no local, pois os caminhoneiros que estão parados na rodovia começam a entrar em conflito com os manifestantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).

Ontem, a Polícia teve de encaminhar reforço e solicitar apoio da Polícia Militar de Itaquiraí, devido ao clima de revolta no local. O grupo chegou a impedir a passagem de uma ambulância durante a manifestação, mas a Polícia interviu para que o veículo pudesse passar pelo bloqueio.

Os caminhoneiros chegaram a fechar a pista em sinal de protesto aos sem-terra, impedindo que os ruralistas trafegassem pela pista. Os sem-terra deslocam-se do meio da rodovia até o Acampamento 17 de Abril, buscando alimentos. Os motoristas chegaram a colocar os caminhões no meio da pista.

O bloqueio prossegue nesta sexta-feira somente na BR-487. Nas rodovias federais os sem-terra encerraram o bloqueio devido a decisão judicial do juiz federal Pedro Pereira dos Santos, da 4º Vara Cível que concedeu mandado de reintegração de posse das rodovias federais ocupadas, após a AGU (Advocacia Geral da União) protocolar o pedido no início da tarde de ontem.

Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), os sem-terra foram notificados no fim da tarde de ontem da decisão judicial e por isso desbloquearam as rodovias. O grupo fechou ontem dois trechos na BR-163, no quilômetro 721 próximo ao perímetro urbano de Coxim e no quilômetro 47 que liga Eldorado ao Estado do Paraná, e a BR-262, na saída para Três Lagoas em Campo Grande. Já na MS-162 entre Sidrolândia e Maracaju, os sem-terra também encerraram o bloqueio, devido a chuva.

O movimento que está ocorrendo em todo Estado é em solidariedade ao sem-terra do acampamento 17 de Abril, em Itaquiraí, que exigem agilidade no processo de aquisição de 17 mil dos 23 mil hectares da Fazenda Santo Antônio, de propriedade do grupo Bertin, de Lins (SP), entretanto, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) alegou que o processo de concretização de compra da área só depende agora de efetivação pelo MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), sendo que todo o grupo se mobilizou para tentar garantir a compra da área.

 

 

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