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Sem os principais reforços, Corinthians vence amistoso

14 Jan 2010 - 05h20Por UOL Esportes

Um ídolo e três reservas asseguraram a primeira vitória do Corinthians em 2010, ano do centenário alvinegro. No esvaziado amistoso diante do Huracán, no Pacaembu, Marcelinho Carioca se despediu em grande estilo e viu os reservas Souza, Morais e Dentinho completarem a festa nesta quarta-feira. Mais que empolgar a torcida, a vitória por 3 a 0 mostrou que os suplentes estão dispostos a brigar por mais espaço.

O duelo marcou a despedida oficial de Marcelinho. Ele atuou apenas no primeiro tempo e correu o mesmo que os novos companheiros. Foi ovacionado do início ao fim no dia em que a torcida conheceu de perto novos reforços. Roberto Carlos, Danilo, Tcheco e Iarley entraram em campo apenas para cumprimentar os alvinegros. Ralf fez o mesmo, mas estreou em seguida.

Os destaques “para valer” do jogo foram Morais, Souza e Dentinho. Os dois primeiros não conseguiram se firmar e foram cotados para deixar o Corinthians em 2010. Continuaram para o ano do centenário e deram sinais de que vão brigar pelo espaço que ainda não conquistaram. O centroavante abriu o placar após assistência de Morais e retribuiu com passe para o meia, tudo no primeiro tempo.

Na etapa final, Dentinho engrossou a lista dos reservas que aumentarão a disputa pela titularidade. Em jogada individual, o jovem atacante fez o terceiro gol e mostrou velocidade. Comemorou com vontade, bem diferente do que aconteceu no ano passado e lhe rendeu uma bronca.

 Marcelinho, por sua vez, foi uma atração à parte. Quando seu nome foi anunciado pelo sistema de som do estádio, a torcida foi à loucura e entoou canto antigo: “Uh, Marcelinho”. Com a bola rolando, o camisa 100 surpreendeu. O forte calor não diminuiu a vontade do meia de 38 anos.

Nos 45 minutos em que ficou em campo, Marcelinho buscou o jogo, fechou espaços e deu ordens aos companheiros. Quando acertou o primeiro lançamento longo, aos 7min, a torcida foi à loucura. Defederico, porém, desperdiçou a chance. Na bola parada, sua especialidade, ele também fez bonito ao cobrar escanteio na cabeça de William, que errou o alvo.

Inferior ao Corinthians, o Huracán preferiu ficar fechado em seu campo e explorar as saídas em velocidade. A equipe de Mano valorizou mais a posse de bola. Usou os dois lados do campo em busca de espaços. Nem parecia que Marcelinho não faz parte do elenco. Trocou passes rápidos e alternou com Morais e Defederico nos avanços.

No entanto, o Pé de Anjo precisou se contentar com as comemorações dos gols de seus companheiros. Reservas, Souza e Morais transformaram a superioridade do Corinthians em gols. O primeiro saiu aos 33min, quando Souza recebeu cruzamento de Morais e chutou alto.

Seis minutos depois, a retribuição. Morais tabelou com Souza e deu um toque com categoria, já na área, para encobrir Calviño. Um belo gol. Marcelinho abraçou ambos e agradeceu pelo empenho em sua despedida. No intervalo, ele correu para a torcida, fez declarações de amor e se emocionou. Como combinado, não voltou para a etapa final.

Como o Corinthians ainda está em sua segunda semana de pré-temporada, Mano trocou seis jogadores no intervalo. Um dos escolhidos para jogar a segunda parte, Dentinho fez sua parte. Depois de boa jogada e passe preciso para Edno que o meia não aproveitou, o jovem atacante deixou sua marca aos 28min. Driblou o marcador dentro da área e bateu de esquerda, com precisão.

O Huracán foi um “sparring” de luxo. Formado principalmente por juvenis e após enfrentar diversos atrasos na viagem ao Brasil, o time argentino não ofereceu resistência. Para a torcida e para Marcelinho, porém, isso não contou. Se ficaram frustrados por ainda não verem Roberto Carlos e os novos nomes em campo, os alvinegros pelo menos deixaram o Pacaembu festejando uma vitória e com saudade do Pé de Anjo.

CORINTHIANS 3 X 0 HURACÁN

Corinthians
Felipe; Alessandro (Balbuena), Paulo André, William e Escudero (Renato); Marcelo Mattos (Ralf), Jucilei, Morais (Elias) e Marcelinho Carioca (Boquita); Defederico (Dentinho) e Souza (Edno)
Técnico: Mano Menezes

Huracán
Calviño; Lemos, Villan, Cura (Maidana) e Gonzalo García; Chiviló (Quintana), Medina (Roffés), Alan Sánchez e Carrizo (Soplán); Rojas (Suarez) e Aguillar (Sales)
Técnico: Jesús Martínez

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