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Rodrigo Terra deixa hospital e vai para a Phac

10 Mai 2011 - 08h13Por Dourados Agora

O ex-assessor parlamentar da Câmara de Dourados, Rodrigo Terra, deixou na tarde desta segunda-feira o hospital onde estava internado para tratamentos cardíacos e foi encaminhado para o Presídio de Segurança Máxima de Dourados, Harry Amorin Costa (Phac).

Rodrigo Terra, foi preso junto com Amilto Salina, ex-diretor da Câmara, além dos ex-vereadores Sidlei Alves e Humberto Teixeira Júnior. Salina é o único até o momento a responder o processo em liberdade. Ele teve a prisão preventiva revogada, depois de colaborar com as investigações do Ministério Público Estadual.

O grupo está sendo denunciado pelos crimes de peculato, falsificação e uso de documento falso, formação de quadrilha e crime organizado. Foram presos na operação "Câmara Secreta", do serviço de Inteligência do Gaeco.

O esquema criminoso, segundo o MPE funcionava da seguinte forma: pessoas eram nomeadas pelo vereador Sidlei Alves, então presidente da Câmara, para atuarem como servidores públicos. O objetivo era que elas realizassem consignados, cujo dinheiro iria para a organização criminosa, supostamente chefiada por Humberto Teixeira Júnior, segundo a denúncia entregue à Justiça.

Conforme ainda a denúncia do Gaeco, um funcionário da Câmara Municipal era o responsável pela falsificação de holerites dos novos servidores. Em tese, se estas pessoas teriam um salário de R$ 1.080, a Câmara atestava salário de pelo menos R$ 5 mil. O objetivo era de conseguir empréstimos maiores no Banco, que poderiam chegar a pelo menos R$ 35 mil.

Em troca do empréstimo que supostamente iria para as mãos dos vereadores acusados, os contratados recebiam a garantia que jamais teriam que pagar pelo empréstimo que estava no nome deles, além de um cargo na Câmara, cuja presença deles não precisaria ser comprovada. Por mês, estes servidores recebiam em média R$ 1 mil; dinheiro que supostamente saia dos cofres públicos.

Conforme o Gaeco, alguns desses servidores recebiam por fora, dinheiro supostamente pago pelos vereadores envolvidos. Isto porque o holerite, que eles jamais assinavam davam conta de um salário de pouco mais de R$ 1 mil, com desconto equivalente; ou seja, eles não recebiam nada de salário devido aos descontos do consignado. 

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