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Brasil

Risco desaba e leva dólar ao menor nível em quase 8 meses

17 Set 2004 - 16h50
Embalado pela alta dos títulos brasileiros negociados no exterior e a consequente queda do risco Brasil, o dólar fechou em baixa nesta sexta-feira, pela terceira sessão seguida, e alcançou o menor nível desde 26 de janeiro passado, vendido a 2,868 reais.

A possibilidade de aumento da meta de superávit primário, conforme relato de jornais, e rumores sobre uma consequente elevação da classificação de risco do país por agências internacionais --caso a elevação da meta se confirme-- foram os principais motivos para a queda de 0,59 por cento da divisa no dia, segundo operadores.

Com o recuo, a divisa encerra a semana com uma queda acumulada de 1,17 por cento. No mês, a baixa é de 2,08 por cento, o que leva a um declínio de 1,21 por cento no ano.

"Tem notícias muito boas rondando o mercado, como esse papo do superávit e todo mundo está falando disso. É um caminho bastante inteligente do governo e isso melhora o perfil da dívida e os mercados de forma geral", disse Carlos Cintra, gerente de renda fixa do Banco Prosper no Rio de Janeiro.

O secretário do Tesouro, Joaquim Levy, afirmou, nesta manhã, que o governo continua empenhado em cumprir a meta deste ano, de 4,25 por cento do PIB, mas que "sempre há a possibilidade" de elevar o alvo, sem especificar em qual ano.

Nesta tarde, o prêmio de risco Brasil, medido pelo banco JP Morgan, desabava 19 pontos, para 465 pontos-básicos acima dos títulos do Tesouro norte-americano.

A Bolsa de Valores de São Paulo, além das projeções de juro na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), também tiveram um dia mais positivo, influênciados pela melhora do risco.

A elevação da recomendação dos títulos da dívida brasileira de neutro para "overweight" pela equipe de pesquisa do Dresdner Kleintwort Wasserstein contribuiu para a melhora do risco e, consequentemente, dos ativos, segundo analistas.

"E, de forma geral, o fluxo continua muito positivo para o Brasil e esta queda do risco só ajuda ainda mais", acrescentou Cintra, explicando que devem surgir novas captações privadas em breve.

A Companhia Siderúrgica Nacional informou após poucos minutos do fechamento do câmbio que concluiu a captação de 200 milhões de dólares em bônus de 10 anos nesta sexta-feira.

Nas últimas duas semanas, 1,4 bilhão de dólares foram emitidos por bancos e empresas no exterior, além dos 750 milhões de euros da República.

 

 

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