Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quinta, 21 de outubro de 2021
Busca
Brasil

Racha no PMDB na sucessão é bombardeado no Estado

24 Out 2006 - 07h48

As principais lideranças do PMDB de Mato Grosso do Sul criticam o racha do partido na sucessão presidencial. Uma corrente apóia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outra defende a eleição do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).

É o caso do PMDB estadual. Esta falta de sintonia, no entanto, provoca desgaste e indefinição do partido sobre qual posição vai adotar no próximo Governo. Se for reeleito, Lula pode contar com o apoio da maior parte do PMDB, que não pretende perder as benesses do Governo.

A incógnita é com a posição do partido em Mato Grosso do Sul que passou oito anos brigando com o PT para retomar o poder. Agora que conseguiu, o governador eleito André Puccinelli (PMDB) sinaliza que não vai radicalizar na oposição nem estimular o confronto do partido em eventual segundo Governo de Lula.

O senador Ramez Tebet (MS), um peemedebista histórico, não poupa críticas à posição do partido no cenário nacional. Segundo ele, a divisão mostra que prevalecem os interesses regionais sobre os nacionais. "O PMDB sempre foi um partido fracionado.

O PMDB nunca foi coeso", disse, avaliando o posicionamento de correligionários que faziam oposição ao presidente Lula e hoje estão apoiando a campanha do petista à reeleição. É o caso do deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB-RJ), que agora não só o apóia, mas teve seu nome cogitado para ser ministro em um segundo mandato ou ainda presidente da Câmara dos Deputados.

"São pessoas que não servem de exemplo para nós, pelo contrário. Nós somos exemplo de manutenção de conduta", atacou o vereador Carlos Marum. "Para mim, não há coerência política nisso", disse o presidente estadual do partido, Waldemir Moka. "O que prevalece no PMDB são os interesses regionais, o que melhor convém para o partido em cada Estado do País", explica Ramez. "Que não devia ser assim, não devia, mas é assim", admite.

Em Mato Grosso do Sul, o partido está unido em torno da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. A executiva estadual do PMDB se reuniu ontem para definir estratégias para reforçar no Estado a campanha do tucano e para discutir o calendário das convenções dos diretórios municipais e estadual. "Não somos peru para morrer na véspera. Estamos ainda na expectativa de que vamos vencer essa eleição", disse Marum.

Convenções

Correio do Estado

A executiva do PMDB agendou eleições dos diretórios municipais para o dia 12 de novembro. O presidente do diretório estadual do partido será escolhido em convenção prevista para 14 de dezembro, de acordo com Moka. Ele deve permanecer no cargo, embora tenha afirmado que o assunto ainda não está sendo discutido pelos peemedebistas. "Nós não discutimos isso, vamos primeiro fazer a convenção municipal e depois a do diretório estadual. O PMDB de MS é muito tranquilo, não temos disputa interna", declarou.

Leia Também

VOLTOU A SUBIR
Covid-19: Brasil registra 15.609 casos e 373 mortes em 24 horas
ESTAVA DESAPARECIDO
Corpo de pescador é encontrado dentro de jacaré
LIÇÕES DA BÍBLIA
O principal mandamento
BAIXARAM A GUARDA
Covid-19: Brasil registra 390 mortes e 12,9 mil casos em 24 horas
LIÇÕES DA BÍBLIA
Se me amam, guardarão os Meus mandamentos
OPORTUNIDADE DE EMPREGO
Funtrab está com 655 vagas para indígenas interessados em trabalhar em lavouras de maçã em SC e RS
ALERTA TEMPORAIS
Chance de Tempestades (La Ninã) no final do ano é de 87%, aponta atualização do NOAA
LIÇÕES DA BÍBLIA
Ele nos amou primeiro
AUXILIO EMERGENCIAL
Presidente está de acordo a prorrogação do auxílio emergencial
TRAGICO ACIDENTE
Menino de 9 anos morre enforcado com corda de balanço