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Brasil

PT não acredita na hipótese de interferência nacional na disputa em MS

27 Out 2009 - 10h02Por Conjuntura

A direção do PT em Mato Grosso do Sul não trabalha com a hipótese de interferência do Palácio do Planalto com objetivo de impedir a candidatura do partido no Estado a fim de beneficiar o projeto de reeleição do governador André Puccinelli (PMDB) em 2010.

Recentemente, os principais expoentes do PT e do PMDB selaram um pacto em torno da pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sucessão presidencial, devendo caber aos aliados a indicação do candidato a vice.

A idéia do partido é consolidar o confronto entre o ex-governador Zeca do PT e o atual governador, mesmo com o pré-acordo de aliança firmado entre a cúpula nacional dos dois partidos na disputa presidencial.

Pelo menos foi essa a posição defendida pelo presidente da executiva regional petista, deputado estadual Amarildo Cruz, durante entrevista na manhã desta terça-feira ao programa Tribuna Livre, da FM Capital.

Amarildo considera pouco provável que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vá agir desta maneira, lembrando que se o caminho for o da imposição, representaria um prejuízo muito grande para o partido em Mato Grosso do Sul.

Segundo ele, o PT tem condições de compor uma chapa majoritária forte juntamente com outros partidos, como PDT e PCdoB, com amplas possibilidades inclusive de aumentar sua representação na Assembléia Legislativa e na Câmara dos Deputados. 

O dirigente petista admitiu a possibilidade de Dilma contar com dois palanques para fazer campanha em Mato Grosso do Sul, levando em consideração a “forte” relação do governador André Puccinelli com o presidente Lula.

“Ele (André) sabe que a ministra Dilma é uma candidata fortíssima à presidência da República (...), acho que o apoio que vier é válido. Vamos ter a disputa local, mas se tiver mais um, mais dois palanques, é bom”, afirmou.

Amarildo disse que a cúpula nacional petista já está convencida de que onde há disputa entre os partidos aliados, como é o caso de Mato Grosso do Sul, deve prevalecer. “Não acredito nessa hipótese, acho que se isso acontecer o partido tem que sentar, até porque é uma questão de sobrevivência política”, emendou, referindo-se a eventualidade de Lula pedir a retirada da candidatura de Zeca do PT ao governo em 2010.  

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