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Proposta de Delcídio de reduzir ICMS e isentar microempresas

13 Set 2006 - 10h24
O candidato a governador da coligação Um Novo Avanço para Mato Grosso do Sul, Delcídio Amaral (PT), reafirmou, em entrevista ao telejornal MSTV 2ª edição, sua proposta de redução do ICMS. Segundo ele, a idéia é igualar a alíquota com outros Estados. Mato Grosso do Sul tributa a maioria dos produtos em 17%, enquanto em outras unidades da Federação o percentual de ICMS é de 12%.

Segundo o candidato, a isenção de ICMS não implica em renúncia fiscal. Delcídio disse que não aprova incentivos, que devem ser discutidos por setor. A seu ver, os incentivos dependem de uma série de componentes e têm que ser discutidos pelas cadeias produtivas. Em relação à redução da carga tributária, Delcídio Amaral defende isenção na conta de energia para consumo de até 100 kW/h e microempresas na faixa mínima de faturamento.

Delcídio Amaral disse que pretende discutir com os municípios a redução de ICMS, mostrando que uma menor carga tributária acabar resultando, em prazo de 90 dias, em melhoria no fluxo de imposto. “Há casos em que a receita até aumenta”, analisa.

O candidato condenou, ao ser perguntado, a rotulação de partidos por determinadas lideranças políticas. “Precisamos deixar de ter partidos personalistas (...) Muitos partidos são comandados por caudilhos”, notou o candidato, observando que esta eleição ainda será norteada pela votação nas pessoas, que “dão o tom” e “rosto” aos partidos. Nesse sentido, analisa que as alianças partidárias têm uma configuração que mistura programáticos e pragmatismo. Hoje, segundo ele, o eleitor deve escolher o candidato, sem tomar partido. “As pessoas são maiores que os partidos”.

Delcídio lembrou sua condição de liderança nacional, citado entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Sobre declarações atribuídas a ele contra a criminalização de movimentos sociais, ressalvou que as fez no contexto da questão indígena, não aprovando, dessa forma, invasões de prédios públicos e nem bloqueios de estradas por sem-terra.

Em sua entrevista na TV Morena, o candidato lembrou do esforço do governador Zeca do PT em sanear as finanças, depois de receber o governo num quadro de “extrema dificuldade”, enfrentando crises recentes, mas sem abalar a capacidade arrecadadora. Nesse aspecto, acha possível reduzir a carga tributária e acredita no poder dessa medida para desenvolver as atividades econômicas de um modo geral.

As entrevistas com os candidatos a governador prosseguem nesta quarta-feira com Elizeu Amarilha (PSDC); na quinta-feira com Tito Lívio (PV); e, na sexta-feira, com Carlito Dutra, da coligação “Frente de Esquerda de Mato Grosso do Sul”, (PSOL-PSTU). Esta é a segunda rodada de entrevistas que a TV Morena promove com os candidatos ao governo do Estado.
 
Diário MS

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