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Projeto anti-bullying será efetivado em Aquidauana

20 Jul 2010 - 14h46Por Assessoria Aquidauana
A professora Candida Aparecida Alves da Cunha elaborou e implementará no segundo semestre deste ano, a partir da Escola Estadual Professora Dóris Mendes Trindade, em Aquidauana, o projeto “E se fosse com você?”, voltado para o combate do bullying nas escolas e instituições públicas da região.

Para o cumprimento deste objetivo, os alunos da Escola de Ensino Médio Dóris Mendes Trindade aplicarão um questionário nas escolas de Aquidauana e Anastácio e realizarão um intenso trabalho de informação, utilizando-se de mídias específicas do projeto como um site, um blog e uma comunidade no Orkut e a mídia de uma forma geral.

Uma das premissas do projeto é de Maluh Duprat, psicóloga clínica da PUC/SP, para a qual “quem agride, quer que o seu alvo se sinta infeliz como na verdade ele é”. Segundo Maluh, “é provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência”.

Visando fomentar a discussão, a professora Cândida lembra que estudos mundiais revelam que de 5% a 35% dos alunos das diversas instituições de ensino estão envolvidas com o bullying, termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencional e repetida, praticada por um indivíduo (bully: “tiranete” ou “valentão”) ou grupo, com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo ou grupo de indivíduos, em situações indefensáveis.

“Estamos animados com as perspectivas do projeto”, observa Cândida, que conta com a colaboração dos professores José Ramão Marinho, Marinete Batista e Sonia Nemer e com parcerias significativas, entre elas o Juizado da Infância e Juventude, o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), CREAS, diretores e escolas e comunidade em geral.

Com um nível de consciência maior da sociedade sobre as implicações desta prática nociva à saúde, à auto-estima e ao bem estar psicológico das pessoas (há casos de bullying que culminam com assassinatos e suicídios), acredita-se que a sua incidência diminuirá sensivelmente na região. O “E se fosse com você” surge como um forte aliado de vítimas indefesas que até tem o respaldo de nossos princípios constitucionais e do nosso Código Civil, mas têm dificuldades de articulação. “Queremos dar voz a elas”, conclui Cândida.

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