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15 Out 2009 - 17h33Por G1

Os pacotes de banda larga popular que serão lançados na tarde desta quinta-feira (15) em São Paulo custarão até R$ 29,80. O valor será possível graças a uma parceria do governo de São Paulo com as operadoras. Em troca, as empresas pagarão menos impostos.

De acordo com o governo, as operadoras poderão ter valores variados para seus pacotes, desde que eles não ultrapassem R$ 29,80. A partir desta sexta-feira (16), quem oferecer o serviço já terá a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“Elas não são obrigadas a aderir ao programa, mas pesquisas indicam que metade das casas paulistas não tem acesso à internet e 2,5 milhões têm computador mas não tem internet. Acredita que essas pessoas são usuários em potencial”, explicou Alexandre de Araújo, diretor de serviços ao cidadão da Companhia de Processamento de Dados de São Paulo (Prodesp).

Ao adquirir o pacote, a pessoa recebe o modem, a instalação e o provedor de acesso à internet. Segundo Araújo, a velocidade da conexão irá variar entre 200 Kbps e 1 Mbps.

Antes de a iniciativa ser anunciada, os valores mais baixos de internet banda larga cobrados em São Paulo eram R$ 49,90 (Net Virtua e Speedy, para pacotes de 500 Kbps) e R$ 74,90 (Ajato, para pacote mensal de 4 Mbps).

Pacotes populares

A Telefônica divulgou que o seu serviço de internet popular terá velocidade de 250 Kbps e que o consumo será ilimitado, ou seja, o plano não cobrará taxas adicionais caso o usuário exceda a quantidade de downloads. Ainda, no valor estipulado pelo governo, estão inclusos o modem, a instalação e o provedor. A empresa diz, também, que a linha telefônica do cliente ficará livre para fazer e receber chamadas enquanto usa a internet.

A TVA informou ao G1 por meio de sua assessoria de imprensa que não irá aderir ao projeto de internet popular pois tem parceria com a Telefônica.

A NET informou que divulgará um comunicado ainda nesta quinta-feira (15). 

Atualmente, muitos brasileiros possuem computador, mas não têm acesso à internet devido ao alto valor do serviço. Muitos utilizam postos públicos e lan houses para utilizar a internet.

Gildivan Santana da Costa veio da Bahia há três anos e usa a conexão para manter contato com a família todos os dias. “Eu baixo minhas músicas, converso com minha mãe, mando carta por e-mail. Isso facilitou muito a minha vida”, conta.

Sem computador em casa, ele frequenta todos os dias o programa “Acessa São Paulo”, que fica dentro do Poupatempo Santo Amaro. No local, é raro ver um computador desocupado. São 7 mil acessos por mês.

Das pessoas que procuram o programa, a maioria é jovem, não tem computador em casa e ganha até dois salários mínimos. Desempregado há três anos, Costa usa a rede também para buscar um trabalho. E já sonha com o destino do primeiro salário. “Vou comprar um notebook e levá-lo comigo para todos os lugares. Com ele, estou carregando o mundo”.

Apesar do pacote de banda larga mais barato ser voltado para a população de baixa renda, ele não é restritivo e pode ser adquirido por qualquer pessoa.

 

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