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Brasil

Prejuízos com embargo argentino foram pequenos em MS

6 Jul 2004 - 16h38
 

Depois da divulgação do foco de febre aftosa no Pará, a carne brasileira começou a ser alvo de polêmica internacional. Embargadas pela Rússia e Argentina, as exportações do Brasil caíram, principalmente as de Mato Grosso do Sul, que é responsável por 15% das exportações. Desde o dia 2 de julho o embargo à carne brasileira pela Argentina foi suspenso e o da Rússia continua apenas nos Estados de Mato Grosso e Pará.

As exportações para a Argentina permaneceram por quase uma semana e além da bovina, estavam suspensas as carnes de origem bubalina, caprina, ovina e suína. Segundo o diretor secretário da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), os prejuízos do embargo foram pequenos. "Nós temos uma relação comercial muito pequena com a Argentina e o prazo da suspensão das importações também foi pequeno", disse.

Para Ademar o que ficou dessa situação foi uma grande lição. "Nós somos vitrine no mercado internacional e temos que estar preparados para esse tipo de situação", afirma. Ele explica que o Brasil é um grande ameaçador de mercados no setor da pecuária de corte e a Argentina é competitiva. "Os argentinos buscam em Mato Grosso do Sul, corrigir, aprimorar e recuperar mercados que foram deles e que agora pertencem ao Brasil", afirma.

Exemplo disso é a chegada de uma comitiva de produtores argentinos amanhã, na Famasul, que vem com o objetivo de saber o que está acontecendo em Mato Grosso do Sul e visitarão propriedades rurais, indústrias e a própria Famasul. "Precisamos ficar atentos a isso, trata-se de um país bastante competitivo e que quer conquistar espaço no mercado", avalia.

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