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Prefeitura vai construir 5.708 casas através de programa habitacional

1 Fev 2010 - 14h24Por Assecom

Está prevista para os próximos meses em Dourados a construção de 5.708 casas através dos programas habitacionais como o PAR (Programa de Arrendamento Familiar), Minha Casa Minha Vida, PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e PSH (Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social).

Estes empreendimentos visam reduzir o déficit habitacional em Dourados. A proposta do prefeito Ari Artuzi (PDT) é, em quatro anos de mandato, entregar pelo menos seis mil residências para famílias de baixa renda. Esse índice representa a garantia de moradia para cerca de 30 mil douradenses que ainda não conquistaram o sonho da casa própria.

De acordo com o diretor do setor de Habitação do município, Astúrio Dauzaker, 1.547 moradias já estão em andamento. Entre elas estão as 161 casas em construção através do PAR no Jardim Novo Horizonte, que devem ficar prontas ainda neste primeiro semestre.

Outras obras bastante adiantadas são as 160 casas do Residencial Eucaliptos, localizadas no prolongamento da Avenida Marcelino Pires – construídas através do Minha Casa, Minha Vida. No local também está prevista a construção de 240 apartamentos.

Outras obras são as 147 casas do PAC localizadas no Jardim Flórida, que já foram destinadas às famílias de baixa renda que vivem em áreas de risco. Em andamento está também o loteamento “Dioclécio Artuzi”, através do Minha Casa, Minha Vida, onde estão sendo construídas 485 casas em frente ao Jardim Guaicurus.

Também começaram as obras do residencial Altos do Alvorada, através do programa Minha Casa, Minha Vida, no Jardim Novo Horizonte. Através do programa PSH estão sendo construídas nos distritos mais 150 casas.

EM ANÁLISE

De acordo com Astúrio Dauzaker, outras 4.161 moradias estão em fase de aprovação pela Caixa Econômica Federal (CEF), já que a verba de todos esses programas é do governo federal, com contrapartida do município. A previsão é que ainda neste primeiro semestre a CEF conceda a ordem de serviço para o início das obras.

Estão em fase de análise, através do PAC, 73 residências no Jardim das Primaveras e mais 200 casas no Jardim Clímax. Através do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos os 240 apartamentos no prolongamento da Marcelino Pires, os 144 apartamentos no Jardim Novo Horizonte, as 969 casas no Jóquei Clube e mais 1.168 casas no Jardim Guaicurus.

Todos esses projetos estão adiantados na CEF, segundo Astúrio Dauzaker. “Muitos deles estão dependendo apenas da garantia da Sanesul para o fornecimento de água”, explicou. A previsão é que essas moradias comecem a ser construídas ainda este ano.

De acordo com Dauzaker, a prefeitura está finalizando outros projetos habitacionais que serão apresentados nos próximos dias à Caixa. Entre eles estão as 37 moradias para o distrito de Picadinha, 40 casas para Indápolis e mais 40 moradias para Vila Formosa.

O único programa que exige renda maior, para quem ganha até R$ 1.500,00, é o PAR, onde a prestação de uma casa ficará em torno de R$ 180,00. Neste programa, a prefeitura faz a seleção e encaminha as propostas para a CEF, que tem a função de aprovar ou não o financiamento. Os demais programas exigem renda inferior a três salários mínimos e a seleção é feita pelo município e não precisa da provação da CEF.

As casas estão sendo construídas com toda a infraestrutura básica, como asfalto, rede de água tratada e esgoto. De acordo com Dauzaker até agora o setor de Habitação recebeu pelo menos 15 mil inscrições, incluindo todos os programas habitacionais.

O processo de seleção é feito através de visitas, que as assistentes sociais da prefeitura fazem às pessoas que se inscreveram. É analisada a renda da família, para saber se é condizente com o valor informado no cadastro feito na prefeitura.
Dauzaker explicou que não são incluídas nos programas as pessoas que já têm imóveis em seu nome ou que já foram beneficiadas com casas de programas habitacionais alguma vez.

Ele disse que muitas vezes as pessoas reclamam que estão na fila de espera há anos e que nunca foram beneficiadas com uma moradia. Neste caso, ele recomenda que o morador se dirija até o setor de Habitação e atualize o cadastro, uma vez que pode ocorrer alguma divergência de endereço.

“As assistentes sociais farão a visita no endereço colocado no cadastro, mas muitos podem ser desclassificados porque as informações não conferem”, afirmou.

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