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ECONOMIA

Preço do leite cai no 2º semestre, mas o açúcar pressiona, aponta IBGE

9 Out 2009 - 06h02Por Folha Online

Principal vilão da inflação dos alimentos no início do ano, o leite pasteurizado registrou, em setembro, a segunda deflação consecutiva este ano. O produto ficou 8,76% mais barato, segundo dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De janeiro a setembro, o preço do leite acumula alta de 14,23%, o que revela desaceleração frente aos 34,06% que eram observados de janeiro a julho.

Por outro lado, o açúcar cristal subiu 9,81% em setembro, influenciado pela quebra da safra da Índia, um dos maiores produtores do mundo. No ano, o produto acumula alta de 52,36%.

É o produto que mais vem subindo ao longo do ano. As exportações aumentaram em função da menor produção da Índia, e houve maior pressão interna, afirmou a coordenadora de índice de preços do IBGE, Eulina dos Santos.

A alta do açúcar jogou para cima o preço do álcool combustível, que também tem a cana-de-açúcar como matéria-prima. Em setembro, o produto ficou 2,31% mais caro, depois de subir 1,44% em agosto.

A inflação em 2009 segue com perfil bastante diferente do que havia sido observado no ano passado. Os alimentos continuam em baixa, e tem alta acumulada de 2,42% de janeiro a setembro, ante 9,29% em igual período em 2008.

Entre as principais quedas, predominam setores beneficiados com desonerações fiscais e os alimentos. A principal influência negativa vem do preço do carro usado, com contribuição negativa de 0,16 p.p. (ponto percentual), diante de retração acumulada de 10,87%.

O preço das carnes teve recuo de 6,21% de janeiro a setembro, influência de -0,15 p.p. no índice global. O carro novo ficou 5,14% mais barato ao longo deste ano, contribuição de -0,14 p.p.

Entre as 11 regiões do país investigadas, Curitiba apresenta a maior variação no acumulado de janeiro a setembro, com alta de 3,61%. Em seguida, vieram Belo Horizonte (3,41%), São Paulo (3,38%), Salvador (3,33%), Fortaleza (3,30%) e Belém (3,19%).

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