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Preço da gasolina ficará inalterado em 2007, diz Copom

15 Mar 2007 - 14h41

O Copom (Comitê de Política Monetária) prevê que o preço da gasolina não sofra reajuste neste ano. O mesmo deve ocorrer com o gás de cozinha. O "exercício" de previsão de reajustes de tarifas é um dos mais importantes nos cálculos da chamada expectativa de inflação do Copom.

Apesar do recuo na cotação do petróleo no mercado internacional a partir do segundo semestre, a Petrobras descartou, no mês passado, reduzir o preço da gasolina caso o barril continue entre US$ 59 e US$ 60.

A justificativa dada pela estatal é que esse mercado continua volátil e não há uma tendência para um novo patamar de preços.

Antes da reunião do Copom, realizada na semana passada, as cotações do petróleo no mercado internacional sofreram sucessivas quedas. Logo em seguida, voltaram a apresentar recuperação e o barril está cotado a cerca de US$ 59.

"As cotações [internacionais do petróleo] continuam apresentando elevada volatilidade, mostrando substancial sensibilidade quanto a tensões geopolíticas bem como a eventos climáticos. Mesmo assim, continua bastante plausível o cenário central de trabalho adotado pelo Copom, que prevê preços domésticos da gasolina inalterados em 2007", diz a ata da última reunião, divulgada hoje, que reduziu a taxa de juros de 13% para 12,75% ao ano.

Conta de luz - Para as tarifas de energia elétrica, a previsão de aumento de preços foi reduzida de 4,6% para 3,3% no acumulado de 2007. Ou seja, a conta de luz deve subir menos que o esperado neste ano.

O Copom espera ainda que os preços da telefonia fixa tenham um reajuste de 3,9%, mesma projeção da ata da reunião anterior, realizada em janeiro.

O mesmo aconteceu com a expectativa em relação ao conjunto de preços administrados, que ficou em 4,5%.

 

Folha Online

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