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Polícia Militar e Força Nacional substituem agentes em greve

20 Jul 2006 - 07h27

Os agentes penitenciários mantêm o indicativo de paralisação por 24 horas e devem ser substituídos por policiais. A Polícia Militar e a Força Nacional assumem o controle dos presídios de Campo Grande, Dourados, Corumbá, Três lagoas e Naviraí, onde os servidores do sistema penitenciário paralisam as atividades a partir das 13h.

O diretor da Agepen (Agência de Administração do Sistema Penitenciário), Luiz Carlos Telles, afirmou ontem que a greve seria suspensa em função do atendimento das principais reivindicações, como a contratação de mais agentes, autorização para o porte de arma, coletes à prova de balas e detectores de metais manuais.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul, Fernando Anunciação, a suspensão das atividades tem o objetivo de advertir para os riscos e vulnerabilidade dos agentes.

O sindicato da categoria espera adesão de 80% dos agentes à paralisação de 24 horas. Em Dourados os 65 agentes estão divididos em aderir ou não à greve de advertência. A Polícia Militar só deve ser convocada se for confirmada a paralisação.

 

 

TV Morena 

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