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Polícia fecha 7ª boca-de-fumo em Iguatemi e prende dois

6 Set 2006 - 07h45

A Polícia Civil de Iguatemi fechou, após cinco meses de investigações, mais dois pontos de vendas de drogas, as chamadas “boca-de-fumo”, e prendeu em flagrante dois acusados de vender entorpecentes na cidade. A operação, a sétima dessa natureza realizada no município nos últimos 60 dias, resultou na apreensão de mais de cinco quilos de maconha e de “crack”, além da prisão de sete acusados em flagrante por tráfico de drogas.

Segundo o delegado Elias Pereira Soares, que comandou pessoalmente a operação policial de posse de mandados de busca e apreensão, os agentes policiais agiram simultaneamente em duas residências pertencentes a dois irmãos. A primeira, de Josuel Silva Rocha, 19 anos, está localizada no fim da Rua Claudelino Pereira Lopes, próximo à região conhecida como “Buracão”, enquanto a segunda, que pertence a Samuel Silva da Rocha, 18 anos, fica na Rua João Garcia, na Vila Operária.

Nas duas residências a Polícia encontrou drogas escondidas durante a operação. Na casa de Josuel Silva Rocha, durante vistoria os policiais encontraram uma certa quantia de maconha em tabletes que estava enterrada ao solo para despistar, enquanto na residência de Samuel os policiais encontraram apenas algumas pequenas porções da droga já ponta para serem repassadas aos usuários.

Quando os dois irmãos já estavam recolhidos na Delegacia de Polícia Civil para serem autuados em flagrante por tráfico de drogas a surpresa: uma guarnição da Polícia Militar de Iguatemi chegou no local com um tablete de 800 gramas de maconha apreendido.

Segundo a PM, ao notar a chegada da Polícia Civil em sua residência para o cumprimento de mandados de busca e apreensão, Samuel Silva Rocha teria tentado se desfazer do tablete de entorpecente, atirando a droga no quintal vizinho, porém ao notarem a presença do entorpecente, os vizinhos aguardaram a saída da Polícia Civil do local para não se expor perante o acusado preso e chamou uma guarnição da Polícia Militar para realizar a apreensão do entorpecente.

Ainda de acordo com o delegado, uma outra residência pertencente a outro irmão dos acusados presos também foi vistoriada pela Polícia durante a operação, mas nada foi encontrado. Na delegacia a dupla teria afirmado á polícia que vendia as “paradinhas”, nome que vulgarmente é conhecida a porção da droga, a R$ 5,00 e R$ 10,00 a unidade.

 

 

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