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Brasil

Plenário formaliza renúncia do deputado da Câmara do DF

26 Jan 2010 - 05h30Por Uol

O plenário da Câmara Legislativa formalizou na tarde desta segunda-feira (25) a saída do deputado Leonardo Prudente (sem partido) da presidência da Casa. Entenda o esquema de corrupção no DF
Com a leitura da carta de renúncia apresentada nesta manhã por Prudente, o presidente em exercício, deputado Cabo Patrício (PT), tem sete dias para convocar nova eleição.

A data para a eleição será definida nesta terça-feira, após a publicação da renúncia no Diário da Câmara Legislativa. Os deputados da base do governo e da oposição já se movimentam para escolher o novo presidente da Câmara.

A carta de renúncia de duas linhas não explica os motivos da desistência do cargo. Segundo a assessoria do deputado Leonardo Prudente, pedidos de familiares motivaram a saída dele do comando da Casa.

A renúncia de Leonardo Prudente abre uma disputa dentro da base aliada para a escolha do nome que vai presidir a Câmara Legislativa durante a crise do mensalão do DEM e o andamento dos processos contra o governador do DF.

Sucessão
A carta de Prudente, protocolada nesta segunda-feira, já estava assinada desde o último dia 21. A saída dele teria sido negociada em uma reunião, semana passada, na residência oficial do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

A mudança no cenário deve passar o comando da Câmara Legislativa para as mãos de aliados de Arruda. Dos 24 deputados distritais, pelo menos 16 são governistas. A disputa pela presidência deve contar com pelo menos três nomes aliados: deputado Raimundo Ribeiro (PSDB), Eliana Pedrosa (DEM) e Wilson Lima (PR). O PT vai lançar o nome do deputado Cabo Patrício para concorrer.

A Câmara Legislativa encerra hoje o recesso parlamentar, com uma autoconvocação até o dia primeiro de fevereiro, data do início oficial do ano legislativo. O presidente em exercício, Cabo Patrício, convocou sessão extraordinária para às 15h.

CPI da Corrupção
Na quinta-feira (21), a base aliada enterrou a CPI da Corrupção no DF. Com base na decisão do juiz Vinícius Santos Silva, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que determinou o afastamento dos oito deputados distritais acusados de envolvimento no mensalão do DEM, os aliados de Arruda alegaram que a decisão judicial anularia qualquer ato praticado durante a autoconvocação da Câmara, na qual foi escolhida a composição da CPI. Outro argumento levantado pelos governistas é de que o requerimento de criação da CPI foi assinado por 22 dos 24 distritais, inclusive, os oito que tiveram o afastamento determinado pela Justiça.

Mas o presidente interino da Câmara Legislativa, deputado Cabo Patrício (PT), publicou um ato na sexta-feira (22) para reativar a CPI da Corrupção e manter para terça-feira o depoimento do ex-secretário Durval Barbosa, denunciante do mensalão do DEM de Brasília.

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