Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
domingo, 11 de abril de 2021
Busca
Brasil

Pizzonia diz que agora é o 1º da lista da Williams

21 Out 2004 - 17h14

O piloto brasileiro Antonio Pizzonia disse que, com o veto da ida de Jenson Button para a Williams, passou a ser o primeiro da lista da Williams. Desde Ayrton Senna, em 1994, um brasileiro não começa uma temporada como titular na escuderia inglesa.

"Estou como piloto de testes garantido, mas isso não é o ideal para mim. Pela própria informação que a equipe me passa, estou no topo da lista", afirmou, em em entrevista ao programa Arena SporTV.

  • O piloto disse que as corridas em que ele competiu este ano serviram para reerguer a sua carreira.

    Em substituição ao alemão Ralf Schumacher, Pizzonia conseguiu três sétimos lugares (Alemanha, Hungria e Itália) e abandonou o GP da Bélgica quando estava em terceiro. O brasileiro é o favorito para ocupar a vaga que seria do inglês Jenson Button, cujo contrato com a Williams foi invalidado.

    "Lógico que as quatro corridas foram muito boas. Isso não estava planejado e pontuar foi melhor ainda. Graças a Deus, consegui ajudar a equipe no Mundial de Construtores. E liderar uma corrida (Bélgica) teve um gostinho especial, claro. Tive oportunidade de correr esse ano e tive um pouco de sorte. Consegui levantar o meu nome de novo", disse Pizzonia, que foi demitido da Jaguar na temporada de 2003 e voltou à condição de piloto de testes da Williams este ano.

    Embora Pizzonia afirme ser o primeiro da lista, o escocês David Coulthard, com os dias contados na McLaren e ainda sem emprego para o próximo ano, diz ser o principal candidato à vaga na Williams.

    "Não tenho um contrato para participar da Fórmula 1 na próxima temporada, mas claramente há uma vaga disponível na Williams e acredito que se há algum candidato disponível, minhas credenciais são mais fortes do que de qualquer um", disse.

    "Já conquistei pole positions, já ganhei grande prêmios e tenho muita experiência em desenvolvimento de carros. Agora que a Williams permanece como o último lugar competitivo, vou fazer tudo o que puder para tentar fazê-los perceber que sou o melhor dos pilotos disponíveis", acrescentou.

    A Williams mudará seu quadro de pilotos para 2005, com o alemão Ralf Schumacher indo para a Toyota e o colombiano Juan Pablo Montoya optando por um lugar na McLaren.

    A equipe de motor BMW assinou com o australiano Mark Webber, da Jaguar, mas suas esperanças de contratar Button acabaram na quarta-feira, quando a BAR ganhou o direito de ficar com o britânico por mais um ano.

    Porém, a Williams deixou claro que pretende contar com Button para 2006.

    O brasileiro Antonio Pizzonia, piloto de testes da Williams, disse na quarta-feira que acredita ser o primeiro da lista da equipe inglesa.

    Coulthard também é conhecido na Williams, começando sua carreira na equipe em 1994, depois da morte de Ayrton Senna em Ímola.

    O piloto de 33 anos conquistou sua primeira vitória pela Williams no Grande Prêmio de Portugal em 1995, antes de se transferir para a McLaren em 1996.

  • Terra

    Deixe seu Comentário

    Leia Também

    NOVO CÓDIGO DE TRANSITO
    Novo Código de Trânsito entra em vigor na segunda-feira; veja mudanças
    LOCKDOWN É A SOLUÇÃO?
    Araraquara X Bauru: dois retratos do Brasil com e sem lockdown contra a covid-19
    AGRICULTURA SUSTENTAVEL NO MUNDO
    II Congresso Mundial de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta deve receber 1 mil inscrições
    MORTANDADE
    Brasil bate marca de 4 mil mortes por Covid registradas em um dia pela 1ª vez
    COPA LIBERTADORES
    Santos vence o San Lorenzo na Argentina e abre vantagem por vaga nos grupos da Libertadores
    FATALIDADE
    Técnico de informática morre após levar choque a partir de fone de ouvido
    CANALHA
    Pai comete estupro e diz que filha precisa saber "como é ter um homem"
    SOB INVESTIGAÇÃO
    Cantor gospel e pastor é encontrado morto e amarrado em árvore
    CONTAMINAÇÃO
    Igrejas superam mercado e consultório médico em risco de transmissão de Covid-19, aponta estudo
    CRISE NA PANDEMIA
    Número de brasileiros que vivem na pobreza quase triplicou em seis meses, diz FGV