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Pesquisa coloca MS na 11ª posição em qualidade de estradas no País

28 Out 2009 - 15h01Por G1

Mato Grosso do Sul está em 11º em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte que avaliou o estado de conservação das estradas. Conforme levantamento, 72,9% da malha estadual é considerada boa ou ótima.

A Pesquisa Rodoviária 2009 avaliou 100% da malha rodoviária federal pavimentada e os principais trechos sob gestão estadual e sob concessão.

No total geral, 69% das estradas do Brasil está em péssimo, ruim ou regular estado de manutenção.  Dos 89.552 quilômetros avaliados, apenas 27.713 quilômetros foram considerados em bom ou ótimo estado.

“Esses resultados denotam a situação deficiente de uma larga extensão da malha rodoviária e, ao mesmo tempo, representam os grandes desafios que devem ser enfrentados com o objetivo de capacitar a principal infraestrutura de transporte utilizada no país”, registra a CNT na conclusão da pesquisa.

Com 9.092 quilômetros – a menor rede de estradas do país –, a região Norte apresenta 93,4% da malha rodoviária entre péssimo, ruim e regular estado. Já o Sudeste, com 25.819 quilômetros avaliados, é a região que possui o maior índice de trechos em bom ou ótimo estado: 45,7%.

Entre os estados, Amazonas e Acre têm os piores índices, com praticamente toda a malha avaliada em péssimo, ruim ou regular. O estudo mostra que São Paulo tem o melhor resultado, com 75,4% de bom e ótimo. Em segundo aparece o Rio de Janeiro (63,4%) e em terceiro Paraná (49,2%).

Lançada em 1995, a pesquisa rodoviária da CNT amplia a quilometragem avaliada em cada edição, o que impossibilita a comparação dos dados divulgados nesta quarta-feira com os números do último levantamento, realizado em 2007, quando 87.592 quilômetros foram estudados – 1.960 quilômetros a menos que o trecho analisado neste ano.

Pesquisa

A pesquisa realizada pela CNT avalia e estipula notas às estradas sob três aspectos: pavimento, sinalização e geometria da via. O ranking dos estados é formado a partir da média dessas notas. No item pavimento, os pesquisadores observam a condição da superfície, o estado do acostamento e a velocidade desenvolvida a partir da qualidade da pista.

Na sinalização são observados o estado das faixas centrais e laterais, além da existência e visibilidade das placas no decorrer da rodovia. Já a geometria da pista avalia o perfil da rodovia em trechos com curvas perigosas, e a existência de faixas adicionais e acostamentos. 

O levantamento também identifica os pontos considerados críticos, como queda de pontes e de barreiras, erosão da pista e grandes buracos, que comprometem a segurança para o tráfego de veículos.

Em toda a malha rodoviária analisada, foram encontrados 78 buracos, 93 pontos de erosão, 18 quedas de barreiras e quatro pontes derrubadas.

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