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PDT decide iniciar processo de expulsão do prefeito Ari Artuzi

3 Set 2010 - 15h00Por Dourados Informa

O comando regional do PDT inicia hoje o processo de expulsão do prefeito de Dourados, Ari Artuzi, dos quadros do partido. Ele foi preso pela Polícia Federal depois de ser flagrado em um esquema fraudulento de licitações e pagamentos de propina, envolvendo empresários, secretários e vereadores.

Como os membros do diretório municipal de Dourados são ligados politicamente ao prefeito, deve ser nomeada, entre hoje e amanhã, uma comissão interventora, que conduzirá o processo de expulsão.

Segundo o presidente de honra do PDT, João Leite Schimidt, a comissão será composta por cinco membros, que ainda não foram escolhidos pelo partido.

O relatório desta comissão será submetido ao Conselho de Ética da legenda. Artuzi terá amplo direito de defesa.

“Ele será expulso por tudo, por falta de disciplina partidária, já representada por filiados do partido, e improbidade administrativa. Quem se filia a um partido tem que ser probo, correto, cumprir as regras constitucionais”, declarou Schmidt.

Depois que o processo for concluído, uma comissão provisória deve ser nomeada para comandar a sigla em Dourados.

Os três vereadores do PDT envolvidos no mesmo esquema – Aurélio Bonatto, Edvaldo Moreira e Humberto Teixeira Júnior – não devem sofrer processo de expulsão.

Mesmo com vídeos que mostram estes vereadores recebendo propina da prefeitura, pelas mãos do delator do esquema, Eleandro Passaia, Schmidt diz que não há provas suficientes contra eles, e que a presunção jurídica é de inocência.

“Existe só esse fato anunciado na TV”, disse, ressaltando que o partido já está aberto para que eles manifestem suas razões.

O esquema – Do dia 30 de maio ao dia 28 de julho, foram registradas mais de cem conversas, em vídeos gravados por Passaia, com apoio dos federais.

Em todas elas, o diálogo tratava do desvio de recursos públicos para o bolso dos envolvidos, por meio de licitações fraudulentas, superfaturamento do valor de serviços e produtos, acordos para compra de votos dos vereadores e apoio ao prefeito Ari Artuzi.

Ao todo, foram expedidos 29 mandados de prisão, dos quais 28 foram cumpridos. Além de Artuzi, estão presos 8 dos 12 vereadores da cidade, 4 secretários, empresários e advogados.


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