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Brasil

Nova onda de demissões volta ameaçar empregados em frigoríficos de MS

9 Nov 2009 - 08h58Por Wilson Aquino / Fátima News

Os 17 maiores frigoríficos do Estado estão operando com apenas 60% de sua capacidade mínima. As ofertas de gado para abate caíram drásticamente

 

 

 

Se pecuaristas de Mato Grosso do Sul não aumentarem as ofertas de gado para abate, que caíram em torno de 40% nos meses de setembro e outubro e nesse início de novembro, em relação ao mesmo período do ano passado, novas demissões de funcionários poderão ocorrer ainda este mês.O alerta é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação de Campo Grande e Região –Stia/CG, Rinaldo de Souza Salomão, que tem sido pressionado por empregados em frigoríficos para alertar a opinião pública sobre o problema.

 

 

Rinaldo confirmou com o Sindicato dos Frigoríficos de Mato Grosso do Sul o problema da falta de “matéria-prima” no dia-a-dia na maioria dos frigoríficos do Estado. Segundo ele, os 17 maiores frigoríficos do Estado estão abatendo em média 600 cabeças/dia, quando sua capacidade e “necessidade” seria de pelo menos 1.000 cabeças/dia.

 

 

“Com essa redução de 40% de sua capacidade ideal para atender aos compromissos internos e externos, sentimos que poderá afetar o emprego de centenas de trabalhadores no Estado”, comentou o líder sindical que teme nova “onda” de desemprego no final de novembro.

 

 

Rinaldo Salomão informou que o sindicato tem sido procurado por trabalhadores de diversos frigoríficos que teriam conhecimento das dificuldades das empresas para conseguir gado para abate. “Temos sido pressionados para levar esse assunto ao conhecimento público para que as partes, principalmente produtores e empresas, cheguem a um acordo para garantir o fornecimento de gado para abate sem precisar demitir funcionários por conta disso”, comentou.

 

 

O sindicalista informou que diretores da entidade patronal confirmaram essas dificuldades e explicaram também que os encargos sociais e cargas tributárias pesam muito no custo de manutenção dos frigoríficos de Mato Grosso do Sul e que ainda assim seriam superados se os abates fluíssem normalmente, o que não vem ocorrendo.

 

 

O sindicato dos trabalhadores espera que o governo do Estado interceda nesse processo, intermediando um diálogo entre as duas partes (indústria e fornecedores) para que os trabalhadores não sejam, mais uma vez, grandes prejudicados com o desemprego. Rinaldo faz um apelo pessoal ao governador André Puccinelli: “Governador, esperamos que o senhor, como administrador do Estado, procure impedir que os frigoríficos parem, mais uma vez e que centenas de pais de família fiquem sem a garantia do fornecimento do arroz e feijão para seus filhos em seus lares”.

 

 

 

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