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Navirai e Maracaju recebem laboratórios para monitorar soja

8 Dez 2004 - 09h37
Os agricultores do Estado terão à partir de amanhã mais um forte aliado na hora de monitorar as lavouras de soja. É que para garantir uma maior produtividade na colheita, certos cuidados, principalmente no que diz respeito ao combate a pragas e doenças, são fundamentais. Exatamente pensando em cortar custos e aumentar a produção que o Programa Estadual de Monitoramento a Ferrugem da Soja vai inaugurar amanhã os primeiros laboratórios de monitoramento à ferrugem no Estado.

De início, dois dos quatro laboratórios já estarão disponíveis aos sojicultores. No município de Naviraí, a inauguração vai acontecer a partir das 10h de hoje na Cooperativa Agrícola Sul-mato-grossense (Copasul). Já em Maracajú a solenidade está agendada para a tarde, a partir das 16h na Fundação MS.

Participam da solenidade o secretário de Estado da Produção e do Turismo (Seprotur), Dagoberto Nogueira Filho, o diretor da Copasul, Gervásio Kamitani, o presidente da Fundação MS, Nivaldo Kruger, prefeitos dos dois municípios, representantes da Bayer bem como dos demais órgãos parceiros e agricultores locais.

“Com esse projeto Mato Grosso do Sul está se integrando a outros centros produtores de soja, a exemplo da Bahia, que já trabalham com estruturas semelhantes a essa. A partir de agora os profissionais estarão mais preparados para realizar diagnósticos precisos da doença e o agricultor já pode reduzir custos na hora de definir o número de aplicações de defensivos, que é um dos fatores que mais pesam no bolso”, definiu o coordenador de Agronegócios em Agricultura da Seprotur, Fernando Luis Nascimento.

Ainda segundo Nascimento, esse tipo de iniciativa agrega valor à classe ruralista, pois contribui com a redução das perdas causada pela doença que em situação de despreparo, por parte do agricultor ou até mesmo da assistência técnica, pode chegar a comprometer uma lavoura inteira. Levando em conta que Mato Grosso do Sul ocupa a quinta colocação no ranking brasileiro no quesito produção de soja – com 3,2 milhões de toneladas espalhadas por 1,7 milhões de hectares – essa falta de “atenção” pode representar um verdadeiro caos.

Estrutura
Coordenado pela própria Seprotur, que conta com parceiros estaduais, municipais e também empresarial,como a Bayer Cropscience, o programa já começou a ampliar o seu leque de atuação: de início produtores e técnicos foram capacitados para monitorar a cultura da soja, posteriormente os laboratoristas. Cerca de 20 profissionais, foram treinados para atuar frente aos laboratórios que serão instalados em Naviraí, Maracajú, Chapadão do Sul e Dourados.

Para custear esse projeto, no que diz respeito aos laboratórios, equipamentos e treinamentos foram investidos cerca de R$ 200 mil, tudo isso a cargo da parceria com a Bayer Cropscience. “Sem parceria não vamos a lugar nenhum. Por isso, a exemplo da Bayer, estamos abertos a novos parceiros que, juntamente com o governo do Estado, queiram expandir essa iniciativa em outros municípios”, argumentou o superintendente de Agricultura e Pecuária da Seprotur, Benedito Mário Lázaro.

Quanto aos laboratórios de monitoramento de Chapadão e Dourados, já está sendo feito o agendamento da inauguração que deverá acontecer ainda este mês. Em caso de dúvidas sobre a ferrugem os produtores podem ligar para o 0800-115560.
 
 
Agência Popular

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