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Brasil

Murilo quer explicações sobre gastos com passagens aéreas

19 Out 2004 - 08h25

O deputado federal Murilo Zauith (PFL-MS) vai pedir que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados agilize proposta sua para que o Tribunal de Conta da União (TCU) apure os gastos do governo federal com passagens aéreas indicando a evolução dessas despesas com base no exercício anterior. No último fim-de-semana, a imprensa revelou que o governo federal já gastou, este ano, quase R$ 760 milhões com passagens e diárias para servidores, montante que supera em sete vezes o aplicado nas estradas brasileiras, de R$ 107,6 milhões.  

O valor é ainda superior ao orçamento de cinco ministérios: Esporte (R$ 71,5 milhões), Turismo (R$ 124,5 milhões), Cultura (R$ 177,5 milhões), Meio Ambiente (R$ 623,7 milhões) e Comunicações (R$ 655,5 milhões).  

Na sua justificativa, Murilo informa que o Poder Executivo é responsável por cerca de 82% das despesas com passagens e diárias, enquanto o Poder Legislativo, cujos membros retornam, quase que semanalmente, a seus redutos eleitorais, contribui com apenas 15% do total desses gastos.

"Apesar de ter prometido reduzir as despesas com viagens, o governo Lula gastou R$ 933 milhões, no ano passado, com a locomoção de autoridades", lembrou o parlamentar pefelista. A proposta do deputado para que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle examine, através do TCU, os gastos públicos com passagens áreas foi feito no início de julho deste ano.

Segundo Murilo, um outro aspecto que chama a atenção refere-se à falta de aproveitamento do governo federal dos benefícios concedidos pelos programas de fidelidade das companhias aéreas.

Atualmente, esses programas premiam com uma passagem os seus usuários depois de determinada quantidade de vôos ou milhagem. "Entretanto, esse prêmio é usufruído pelo próprio funcionário para viagens particulares, e não pelos cofres públicos", reclamou o deputado. Caso as milhas fossem revertidas para a administração federal, a medida representaria uma economia de cerca de R$ 54 milhões.

 

 

 

Fátima News

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