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Mulheres se destacam na participação do mercado de trabalho em MS

13 Mar 2010 - 06h19Por Notícias.MS
A conquista do emprego formal pelas mulheres sul-mato-grossenses cresce a cada ano. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), em 2008 a participação da mulher no mercado de trabalho no Estado foi de 39,8%. O número representa um avanço de 7,9% em relação ao ano anterior. Apesar de ainda serem minoria entre os empregados, a variação relativa e absoluta no crescimento da participação delas no mercado de trabalho é superior ao dos homens.

Em um estudo do Observatório do Trabalho, da Fundação Estadual do Trabalho (Funtrab), se verificou, através de análises dos dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), que em 2009 ainda houve mais contratações de homens, porém as mulheres têm os menores índices de desligamentos.

“É interessante observar que mesmo havendo a predominância do gênero masculino entre as contratações, eles foram mais desligados que as mulheres. Este é o diferencial delas: as mulheres têm um maior grau de retenção no mercado de trabalho formal, com uma composição de saldo de 51,3% do preenchimento das vagas abertas”, analisa o coordenador do Observatório, Conrado Pires de Castro.

Conforme o documento elaborado pelo observatório estadual, durante todo o ano de 2009 foram admitidos 162.756 homens e 66.630 mulheres, confirmando a predominância masculina na movimentação do mercado de trabalho. O mesmo acontece no total de desligamentos, onde se observa que 156.476 homens foram desligados e apenas 60.010 mulheres tiveram vínculos de trabalho rompidos ao longo do ano.

O estudo aponta ainda que os setores que mais admitem mulheres são os de serviço, comércio e a indústria da transformação. Nos dois primeiros elas são maioria e representam quase um terço dos contratados no setor da indústria em Mato Grosso do Sul no ano passado.

Apesar dos importantes avanços no mercado de trabalho, o coordenador do observatório estadual verifica ainda que elas continuam tendo remunerações médias inferiores às dos homens. “Em relação ao salário médio pago aos homens, as mulheres ainda recebem 8,3% menos que eles”, completa Conrado.

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