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Brasil

MS supera média nacional de crecimento do comércio

17 Jul 2004 - 07h27
De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Mato Grosso do Sul teve um crescimento, no comércio varejista, acima da média nacional. O Estado cresceu 12,36%, em maio deste do ano, comparado com o mesmo mês do ano passado, enquanto a média nacional foi de 10,01%. É o sexto mês consecutivo em que as vendas direto ao consumidor aumentam em Mato Grosso do Sul. No acumulado dos últimos cinco meses o índice é 8,48% maior.

Para o presidente da Associação Comercial de Campo Grande, Benjamim Chaia, o aumento nas vendas do comércio varejista de Mato Grosso do Sul se deveu a um conjunto de ações que os comerciantes vêm realizando há quatro anos. Mas não se esquece de destacar o papel do governo do Estado para o bom desempenho das vendas. “Os salários em dia contribuem significativamente para o aumento das vendas.”

Segundo Chaia, este é o início de uma de uma explosão de vendas. “Existe uma demanda de consumo reprimida há mais de dez anos e está chegando a hora de ser atendida. O que está acontecendo não é uma bolha de consumo; creio que é uma crescimento real e duradouro”, comentou, lembrando que os lojista também têm feito sua parte no que diz respeito a atrair o consumidor de volta às compras. Pra isso estão fazendo uma campanha de recuperação do crédito, chamando os inadimplentes para renegociarem suas dívidas e terem crédito novamente.

Idelmar da Mota Lima, presidente do Sindicado dos Empregados no Comércio de Campo Grande, disse que o crescimento do comércio na cidade foi percebido pela entidade. Ele aponta como um dos fatores a liberação do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Mas, apesar disso, ainda não houve aumento no número de postos de trabalho no comércio. Mesmo assim Idelmar diz estar “bem esperançoso” de que isso ocorra dentro dos próximos meses. “O Estado e a cidade estão recebendo muitas industrias o que aumenta, por conseqüência, o volume de vendas do comércio. Ainda temos pela frente datas comemorativas como o Dia dos Pais e o Dia das Crianças. Já vemos a movimentação dos lojistas no sentido de iniciar novas contratações”, destacou.

Mesmo otimista Idelmar faz uma ressalva: “O governo federal pode ajudar mais. Uma redução nos juros torna as compras mais atraentes para a população”, ponderou.
 
 
APN

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