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Mostra reúne fotografias de praças e ruas de Campo Grande

9 Out 2009 - 17h31
O olhar sobre os detalhes em cores e luzes do cotidiano muitas vezes imperceptível de uma cidade que aos poucos vai dando valor a sua autoestima, pode ser a síntese da 1ª mostra de fotografia “Campo Grande entre praças e ruas”, que estará em exposição a partir da próxima terça-feira (13), às 16 horas, no mezanino do Memorial da Cultura e da Cidadania. A iniciativa, que tem o apoio do governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), foi idealizada pelo Fotoclube Pantanal. A exposição permanece até o dia 30 de outubro.

Segundo o idealizador da mostra, Matheus Almeida, que criou em 2007 o Fotoclube Pantanal, a proposta da mostra, além de pontuar o valor da imagem como documento histórico e expressão artística contemporânea, também pretende estimular o interesse pela busca de novas possibilidades estéticas e o domínio de técnicas da linguagem fotográfica. Ele revela que estarão em exposição 23 imagens de 12 fotógrafos, profissionais e amadores, focadas deste desafio.

“A proposta dessa primeira mostra é revelar a vida da cidade, que muitas vezes, as pessoas não percebem”, revela, lembrando que ao término da exposição, as imagens ampliadas serão doadas para o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS), unidade da FCMS. Entre os fotógrafos que irão participar da exposição estão Adriano dos Santos, Alexssandro Loyola, Rodrigo Ostemberg e o idealizador Matheus Almeida.

FotoClube

À frente do Fotoclube criado a partir do curso de fotografia ministrado no MIS, Matheus espera que o evento também possa despertar no público uma reflexão sobre o que vemos em nossa cidade. Ele acredita que o crescimento de grupos de fotografia, promovendo encontros, palestras, exposições e concursos, permitem esta reflexão, além do aprimoramento técnico. “Quem sabe possamos refletir sobre como e o que vemos de nós mesmo”, desafia, lembrando que entre os participantes da mostra, além dos profissionais, estão bancários, analistas de sistemas, engenheiros, técnicos em informática, professores e acadêmicos.

Matheus afirma que a própria idéia dos Fotoclubes, muito difundida nos anos 80, e que ganha força agora, ocupando novos espaços – muitas vezes virtuais – já demonstra uma concepção formal diferente. No entanto, ele acredita que, ainda, hoje, mesmo para quem utiliza filme, câmera básica, profissional ou até mesmo um celular, o desafio continua o mesmo. “O suporte pode ter mudado, mas o dedo de quem faz o clik continua sendo do fotógrafo, e a foto, ainda é sobre o que se vê e se entende ao seu redor”, conclui.

O Memorial da Cultura e da Cidadania fica na Avenida Fernando Correa da Costa, 559 e permanece aberto das 8 horas às 17h30 de segunda a sexta-feira.

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